Edificando o Corpo de Cristo
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Estudo de Apocalipse - Christian Chen
Segunda parte do estudo do livro de Apocalipse com pontos impactantes e detalhes que todo cristão que ama o Senhor e sua vinda precisa ouvir.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Cuidado!!!
OS ANTICRISTOS E AS DOUTRINAS DE DEMÔNIOS
Quando vemos João, Paulo, Pedro, Judas e muitos outros ensinando sobre os anticristos e as doutrinas de demônios, logo pensamos que podem ser coisas ligadas ao espiritismo e que são facilmente reconhecidas e rejeitadas pela Igreja do Senhor. Pensamos que os anticristos são homens que abrem a boca em blasfêmias contra Jesus e a sua Palavra e exaltam a Satanás, mas não.
Paulo diz em I Timóteo, no capítulo 4, no verso 1, que "o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios". Veja que Paulo fala de espíritos enganadores e doutrinas de demônios dentro da denominada igreja do Senhor, e que alguns darão ouvidos apostatando de uma fé verdadeira para algo falso.
Pedro é mais enfático sobre isto quando diz: "E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade" II Pedro 2.1-2.
Judas ainda diz que se apresentam como pastores, e chegam até a banquetear com o povo de Deus: "Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas" Judas 1.12.
João quando fala em sua primeira carta, no capítulo 4, sobre os anticristos, não está se referindo ao anticristo, a besta de Apocalipse, mas aos falsos profetas. Homens que se apresentam como profetas de Deus, mas são anticristos e ensinam doutrinas de demônios. Não se apresentam como espíritas, apesar de serem, mas como cristãos; e estão no meio dos cristãos, passando-se por cristão para ensiná-los a se desviar de Cristo e da sua Palavra.
Mas como podemos distinguir um verdadeiro profeta de um anticristo, e uma doutrina verdadeira de uma doutrina de demônios? A primeira coisa que devemos estar certos é que esses anticristos e essas doutrinas de demônios estão mais pertos de nós do que pensamos, e também que os tempos posteriores que fala Paulo são o nosso tempo. E mais ainda, que não é Paulo, Pedro ou outro que está ensinando a Igreja, mas o próprio Espírito Santo: "O Espírito expressamente diz".
O Espírito Santo é o guardião da Noiva. Ele é o nosso Consolador, o nosso penhor e quem nos ensina. Ele cuida e nos guarda porque por nós mesmos não somos capazes de discernir. Por isso João diz que devemos provar os espíritos, para ver se o espírito é de Deus. O único espírito que procede de Deus é o Espírito Santo. E não é de se admirar que o próprio Satanás se transfigure em anjo de luz e os seus ministros em ministros da justiça (II Coríntios 11.14).
Bem, qual é a característica de um anticristo? Ele não fala palavras arrogantes contra Cristo, mas deixa Jesus de lado, rejeita a pedra angular, a pedra que sustenta toda a edificação de Deus. Eles se apresentam como edificadores da Igreja, mas desprezam a pedra de edificação: "E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina" I Pedro 2.7. No verso 8 seguinte, Pedro nos dá mais uma indicação quando diz: "E uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados".
Portanto, um anticristo não é aquele que fala palavras arrogantes contra Cristo, mas se apresenta como um edificador para a Igreja do Senhor, mas exclui a Cristo, deixa Cristo de lado. Usa o nome de Cristo, mas o exclui de toda edificação e glória. Portanto, toda a edificação é feita em si mesmo: "Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça" João 7.18.
Todo anticristo é aquele que toma o lugar de Cristo. E não somente isto, mas também o lugar do Pai e do Espírito Santo. Eles se acham os salvadores, porque pensam que neles, no nome e na obra que fazem é que está a salvação. São soberanos porque se consideram donos, dominadores do rebanho, infalíveis. Cuidadores e ensinadores porque dizem que sem eles o rebanho pereceria. São anticristos, são contra Cristo: "Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis" II Coríntios 11.3-4
Como fazer para provar o espírito, se o espírito é de Deus? Se qualquer profeta traz a glória para si mesmo, e deixa Cristo de lado, ou fala sobre tudo, ensina tudo, mas não fala de Cristo, não é cristocêntrico, não glorifica a Cristo, e busca principalmente o proveito do homem, este é o espírito do anticristo. Temos que provar o espírito e ver se o ensino leva a Cristo, exalta a Cristo, glorifica a Cristo, porque esta é a obra do Espírito da Verdade: "Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar" João 16.13-14.
E o que é uma doutrina de demônio? É a doutrina que cogita das coisas que são dos homens e não das coisas que são de Deus (Mateus 16.23). A doutrina de demônios é a doutrina que busca satisfazer o homem, exaltar o homem; que busca a benção do homem, a sua prosperidade a sua saúde plena. A doutrina dos demônios prega o evangelho triunfalista, onde o homem determina todas as coisas e Deus as realiza. Onde o homem é o senhor e Deus o seu servo.
Satanás quando tentou Jesus através de Pedro disse: "E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso". Veja o que é a doutrina de demônios! Ela apela para a auto-compaixão, como se a compaixão de si mesmo pudesse impedir Deus de deixar o homem sofrer alguma coisa. Jesus então refutou tal proposta e disse a Satanás que ele só compreendia as coisas que são dos homens (v.23).
Se começarmos a provar os espíritos vamos nos dar conta que grande parte dos homens e ensinos hoje nos púlpitos e principalmente na TV não passam de anticristos ensinando doutrina de demônios. Muitas vezes e de muitas maneiras os cristãos tem sido tentados hoje pela Palavra de Deus. É a Palavra de Deus, mas não é da forma como Deus disse, não foi a forma para que ela foi enviada (Isaías 55.11). E isto é desde o Éden.
Isto é muito forte? Creio que o povo de Deus tem sido muito compassivo com as coisas que tem acontecido. Ao invés de condená-las estamos conformados, e até nos comunicando com estas obras infrutuosas das trevas. Judas nos convoca, convoca a verdadeira Igreja do Senhor a pelejar pela fé que de uma vez por todas foi dada aos santos.
Nós não recebemos o espírito do mundo, nem o espírito de covardia, mas o espírito de fortaleza que provém de Deus, a fim de compreendermos as coisas que nos foram dadas gratuitamente por Deus (I Coríntios 2.12). E como diz o apóstolo Pedro, nós somos os sacerdotes reais, a nação santa, o povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de anunciarmos as grandezas daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (I Pedro 2.9). Somente o seu povo particular poderá honrá-lo. Amém. (recebi via email)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Isso é autoridade!!!
“Hoje temos de estar esclarecidos diante do Senhor. Não podemos estar sob nenhuma outra autoridade que não seja a Palavra de Deus. Não conheço nenhuma outra autoridade. Não sei o que é teologia; não sei o que é a palavra do homem; não sei o que é a tradição da igreja. Eu sei apenas o que a Bíblia diz, e somente o que ela diz é que interessa. Devemos sujeitar-nos somente a ela. Não podemos mudar a Palavra de Deus. A Palavra de Deus relata-nos o destino de Seus filhos. Ela nos conta o que experimentaremos no reino. Devemos prestar atenção a estas questões, pois cedo ou tarde nos depararemos com elas novamente. Se dermos atenção a elas, seremos cuidadosos na maneira de viver na terra hoje.”
Watchman Nee
(Recebi do Natanael Fuzaro)
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O Que é Negar a Si Mesmo?
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Uma Comunhão Mais Elevada

Dizem que uma das primeiras regras que um piloto aprende é pôr o avião de encontro ao vento e voar contra ele. O vento eleva a máquina a maiores alturas. Ora, de quem aprenderam os aviadores tal segredo? Foi com as aves. Se estiver voando apenas por prazer, um pássaro se solta ao sabor do vento. Porém, se enfrenta algum perigo, ele faz meia-volta e voa contra o vento, a fim de ir mais para cima. Assim ele sobe cada vez mais alto.
Pois bem; de acordo com Efésios 4:14, há cristãos que são "levados por ventos de doutrina". Eles não voam contra o vento, mas são carregados por ele. De fato, as doutrinas diferentes, embora possam parecer boas e atraentes, não nos levam mais para o alto.
Somente subimos, somente chegamos mais alto na comunhão com o Senhor, quando voamos de encontro aos ventos.
No mundo há muitas doutrinas combatendo entre si para fazer mais adeptos. Entretanto, o que precisamos é subir mais e mais no conhecimento subjetivo de Cristo no nosso interior. Não nos distraiamos com ensinamentos diferentes da revelação central da Bíblia, mas façamos como aqueles que ao serem atingidos por ensinamentos estranhos ganham alturas contra eles mansamente, assim como fazem as aves.
(Fonte: Streams in the Desert) (Retirado do Multiply da Neusa Marli)
domingo, 8 de janeiro de 2012
Esse é meu líder!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Estudando Daniel - C. Chen.
Um dos estudos mais completos que ouvi sobre Daniel. Você será tremendamente impactado ao ouvir tais palavras. Para os dias finais, é de suma importância. Não deixe de ouvir. Fará grande diferença na sua vida com Deus.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Deus é como o orvalho (lindo lindo)
Oseias 14:5 Serei para Israel como orvalho, ele florescera como o lírio e lançara as suas raízes como o cedro do Líbano.
Há várias figuras de linguagem que nos ensinam sobre Deus. Deus é sol e escudo. Deus é torre forte e cidade refúgio. Deus é fogo e luz. Dentre tantas metáforas, queremos destacar uma, a figura do orvalho. O profeta Oseias diz que Deus é como o orvalho para o seu povo. O orvalho cai todas as noites.
Assim é a presença de Deus com você: diária e contínua. O orvalho cai sem o estardalhaço dos trovões e sem o impacto dos relâmpagos. Assim é a presença de Deus com você. Muitas vezes Deus esta presente na sua vida através das coisas mais simples. A ação providente de Deus não está presente apenas nos fatos extraordinários, mas também, e sobretudo, nas coisas ordinárias. O pão sobre a sua mesa, o ar que você respira, a proteção diária dos seus filhos que vão e voltam da escola. Tudo isso é cuidado de Deus. Ele está vindo sobre você como orvalho, refresca e renova os campos, depois de um dia de sol causticante. Deus também vem sobre a sua vida depois das lutas, das lágrimas, do aperto, para renovar suas forças, para consolar seu coração e para encher sua vida de paz. Deus é como o orvalho para você! (recebi via email)
domingo, 6 de novembro de 2011
JESUS, O SOL NASCENTE PARA A ERA TENEBROSA
cente." - Lucas 1:78
Nota da Bíblia - Versão Restauração:
"Jesus Salvador era o sol nascente para a era tenebrosa. A sua vinda pôs fim à noite do Antigo Testamento e deu início ao dia do Novo Testamento. Como o fruto mencionado na bênção de Isabel (v. 42 e nota 2), Ele é vida para nós (Jo 14:6); como o sol citado na profecia de Zacarias, Ele é luz para nós (Jo 9:5; Mt 4:16). Como tal, Ele é o Realizador e o centro da redenção de Deus, para o Seu povo obter salvação."
domingo, 30 de outubro de 2011
Uma Definição de Apostasia
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Quem restaura a Igreja?
domingo, 4 de setembro de 2011
Viver de Modo Digno
Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus; (Cl 1:9-10)
A fim de viverdes de modo digno do Senhor. Que lindo, que prático. O entendimento espiritual tem essa finalidade. Sabe qual é o contexto original da palavra digno? Muito precioso: harmônico. Significa que o maestro está ali com a batuta, regendo, e a orquestra só faz os movimentos que ele determina. Harmônico. Imagine ele fazer um movimento aqui, e a orquestra fazer outro lá, que desarmonia. Então, na medida em que o Senhor nos concede Espírito de sabedoria e de revelação, nós temos entendimento espiritual. Esse entendimento espiritual vai fazer o quê conosco? Nós vamos seguir a batuta do Maestro. A fim de viverdes de modo harmônico, digno do Senhor. E não apenas isso, olha a próxima frase, que linda: para o Seu inteiro agrado. Ah, irmãos, essa é a motivação da vida cristã.Nós não fomos chamados para ser obreiros de Deus; não inverta as coisas. Nós não fomos chamados para fazer isso, ou fazer aquilo. Nós fomos chamados para SER para Deus. Ser para a Sua satisfação. É só na medida em que somos, que nós podemos fazer o que agrada a Deus.
O cristianismo atual tem sofrido 3 inversões drásticas:
1) Colocar o fazer na frente do ser. Não há nenhum versículo do Velho Testamento que diga assim: sede poderosos, porque Eu, o Senhor seu Deus, sou Poderoso. Fazer, né? Mas há muitos, dezenas, que dizem o que? Sede santos, porque Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo. Não é impressionante?Então essa inversão entre o ser e o fazer, o fazer ter a frente do ser, isso nos leva a perder o rumo espiritualmente. Porque nós colocamos a obra à frente do ser para Deus.
2) Poder na frente de santidade. Nunca a Palavra de Deus faz essa inversão. Se queremos viver vidas com poder, poder de testemunho, poder de influência, poder de impacto, então sejamos santos, porque santidade é a base do poder. Em primeiro lugar, porque não há poder em nós. Quem somos nós, irmãos? O Espírito Santo é Espírito de poder. Então a única maneira de vivermos vidas que reflitam um impacto, um poder de influência, é se o Espírito de poder, o Espírito Santo, Ele não encontrar em nós motivos de entristecimento. Por isso em Efésios 4:30 Paulo vai dizer o que? “E não entristeçais o Espírito de Deus no qual fostes selados.” Se Ele estiver entristecido o poder vai embora, porque Ele é o Espírito de poder. A santidade vem antes de poder.
3) Carisma na frente de caráter. O Senhor quer edificar em nós caráter. Caráter tem que ser a base do carisma. Sabe o que é carisma sem caráter? É vc colocar uma espada na mão de uma criança de 3 anos de idade. Ela vai ferir a si mesma e a todos que estão ao seu redor. Um carisma sem caráter. Isso não é o caminho do Senhor. O propósito de Deus é formar em nós um caráter. “Contemplando como por espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória.” Isso é caráter. Porque glória não é um atributo de Deus. Glória é uma palavra para designar o que Deus é em Si mesmo. Onde Ele está, há glória. Onde Ele não está, não há glória. Então, “transformados de glória em glória” é só uma outra maneira de dizer “transformados no que Ele é”. Tanto que o verso diz “de glória em glória à Sua própria imagem”. Porque glória é o que Ele é. E quem faz esse trabalho? O Espírito do Senhor. Então, caráter e carisma. Muitos, em meio à obra de Deus, tem destruído o que o carisma fez, pela falta de caráter.
Trecho da mensagem:
Cristo, o Centro: Deus-Homem
Irmão Romeu Bornelli
http://www.sopalavra.org.br
(Fonte: Facebook da Viviane Degaspari)
domingo, 14 de agosto de 2011
Um Antigo Mandamento
"Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o
mandamento antigo, que desde o princípio tivestes"
I João 2.7.
João quando lembrava a Igreja do Senhor deste antigo mandamento, falava em tempos de queda, da perda do primeiro amor, do amor ao Senhor, e consequentemente o amor uns pelos outros.
Toda a lei e os profetas, disse Jesus, se resumem nestes dois mandamentos: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" Mateus 22.37-39.
Mediante esta palavra do nosso Senhor, quem é o que ama a Deus? O próprio Senhor responde dizendo: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama... Se alguém me ama, guardará a minha palavra... Quem não me ama não guarda as minhas palavras" João 14.21, 23 e 24.
E qual é o mandamento que o Senhor nos deu desde o princípio? Que nos amemos uns aos outros. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei, disse Jesus (João 15.12).
Por que o Senhor nos deixou este mandamento? Porque Ele conhecia quem estava amando e salvando; homens de toda a tribo, língua, povo e nação. Bárbaros, citas, escravos, livres, judeus, gregos, homens e mulheres.
Como conviver e ter unidade com tantas diferenças de raças e etnias? Era necessário o mandamento. Tanto é assim que podemos constatar o que aconteceu conosco, com a cristandade, por não observarmos este mandamento. Temos que primeiro reconhecer a nossa triste realidade, e depois nos arrependermos, e voltar ao primeiro amor.
O Senhor nos ensina que não guardar os seus mandamentos é falta de amor a Ele, e a falta de amor a Ele é falta de conhecimento dEle: "Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor" I João 4.7-8.
Não há como conhecer a Deus e não amá-lo, e não há como amá-lo e não amar ao que dEle é gerado. Uma coisa é conseqüência da outra.
O que podemos constatar então é que nós - o seu povo -, estamos perecendo por falta de conhecimento de Deus (Oséias 6.4). O abandono do primeiro amor começou pela desobediência do mandamento de amarmos uns aos outros, e consequentemente o amor ao Senhor, e tudo por causa da falta de conhecimento de Deus.
O fraco julgava o forte, e o forte desprezava o fraco. Uns diziam que eram de Paulo, outros de Apolo e outros de Cefas. Já não recebiam mais aqueles que Cristo tinha recebido, e então a queda.
O arrependimento deve começar pelo primeiro amor, mas isto está relacionado com o conhecimento de Deus. Não havendo conhecimento de Deus não há revelação da nossa miséria, podridão e perdição; ao contrário, só haverá soberba.
É no conhecimento de Deus na face de Cristo que vemos a nossa miséria e quanto o nosso Deus é misericordioso. Na sua luz vemos as nossas trevas e o quanto Ele nos amou, e então iremos amá-lo verdadeiramente.
Amando-o guardaremos a sua palavra, e guardando a sua palavra iremos amar os nossos irmãos. Será fácil amar um irmão, se tivermos revelação clara de onde o Pai tirou a todos nós: de um charco de lodo, de um poço de perdição; e onde nos colocou em Cristo: nos lugares celestiais.
Amai-vos uns aos outros é um mandamento do nosso Senhor. Ele não requereria algo se antes não nos fosse dado; por isso Ele mesmo é quem derramou este amor nos nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. (via email)
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Veja esse texto!
Sermão do Monte
"E, abrindo a sua boca, os ensinava...".
Mateus 5.2.
O sermão do monte é o marco que iniciou a caminhada de Jesus no seu ministério de ensino aos seus discípulos. Depois de separar seus doze apóstolos, percorreu toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino de Deus, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo. Assim a sua fama correu por toda a Síria. De sorte que o seguiam grandes multidões. Jesus, pois vendo as multidões, subiu em um monte e passou a ensiná-las sobre o Reino de Deus.
E abrindo a sua boca, disse-lhes: "Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno" Mateus 5.21-22.
O propósito eterno de Deus era fazer uma grande família à imagem e semelhança de seu Filho. Jesus é quem primeiro nos trouxe o nome do Pai e de irmãos: "Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus" Mateus 23.8-9.
Na sua morte, Jesus nos fez morrer para esta geração corrupta e perversa, e Deus nos fez nascer de novo pela ressurreição juntamente com Cristo, para a glória dos filhos de Deus: "Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição" Lucas 20.36.
A justiça dos escribas e fariseus era não matar. A justiça de Cristo, que excede a dos escribas e fariseus é amar. Ele nos deixou este mandamento: "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros" João 13.34-35. A lei dizia: não matarás. Jesus nos ensina que devemos amar uns aos outros e não se encolerizar contra o irmão, nem dizer que ele é louco ou qualquer coisa semelhante, e muito menos julgar o irmão.
Nenhum pai de família gosta de ver sua família dividida ou em contendas. Deus também abomina aquele que promove tal coisa entre os irmãos: "Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos"Provérbios 6.16-19.
Os verdadeiros irmãos, não devem ter questões entre si: "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união" Salmos 133.1. Caso isso aconteça, não devemos nos encolerizar ou maldizer os irmãos, mas amar, suportar e perdoar: "Olhai por vós mesmos. E, se teu irmão pecar contra ti, repreende-o e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. E, se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me; perdoa-lhe" Lucas 17.3-4.
Essa é a maneira como devemos andar na Casa de Deus, coluna e esteio da verdade: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição" Colossenses 3.12-14, e não se encolerizar, julgar ou maldizer o irmão. Amém. (via email)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O BISPO NÃO DEVE SER CABEÇUDO
A Igreja é a “família de Deus”. Também é a “Casa de Deus”.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Jesse Pizarro - Sumare - SP - Palavra de Alento. 15-05-2011.mp3
Vale a pena ouvir!!! Transparência e uma abordagem clara do que é viver a vida da igreja de forma adequada. Desfrutável. Foi ministrada aos irmãos de Sumaré.
sábado, 21 de maio de 2011
O ENGANO DO PRÊMIO DE BALAÃO
Gostaríamos, na graça do Senhor e na força do seu Espírito, compartilhar em três meditações o texto de Judas, no verso 11, que diz: "Ai deles! porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Coré". Na meditação anterior vimos sobre o caminho de Caim, nesta meditação vamos ver sobre o engano do prêmio de Balaão.
Talvez este assunto possa ferir algumas pessoas, mas isto só irá mostrar a conformidade de alguns chamados cristãos, com os mesmos caminhos, enganos e contradições em suas vidas. Judas escreveu estas palavras há quase 2 mil anos, para que os irmãos pelejassem com ele pela fé que uma vez por todas foi dada aos santos. Porque naquela época tinham se introduzido homens ímpios, que já antes estava escrito para este mesmo juízo, que estavam dissolvendo a graça de Deus, e negando o único soberano e Senhor nosso: Jesus Cristo (v.3). Se já era assim naquele tempo, que diremos hoje!
O livro de Números, nos capítulos 22 a 24 nos fala de Balaão. Balaão foi um profeta comprado por Balaque, rei dos moabitas. Balaão era um profeta que profetizava por dinheiro, e recebeu uma paga para amaldiçoar o povo de Israel. Em Apocalipse, capítulo 2, no verso 14 diz que ele ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem.
Como Balaão foi impedido por Deus de amaldiçoar o povo de Israel, então para que não perdesse a sua paga, ensinou a Balaque que fizesse com que o povo de Israel se prostituísse com as mulheres moabitas, e daí fizesse com que eles se prostrassem diante dos seus deuses: "E Israel deteve-se em Sitim e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Elas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu, e inclinou-se aos seus deuses" Números 25.1-2.
Judas usa a expressão "foram levados pelo engano do prêmio de Balaão", e Jesus diz a Igreja de Pérgamo que ele "ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem". Mas ambos estão se referindo a uma só coisa, a profetas que recebem prêmio, recebem paga ou salário para profetizarem, e com isto, lançam tropeço aos filhos de Deus; isto para que se prostituam com outros mulheres, que não a virgem pura, mas as meretrizes da terra (Apoc. 17.5).
Não há um lugar nas Escrituras que diz que um profeta deve receber salário para profetizar. Quando Jesus disse que "digno é o obreiro do seu salário"não estava dizendo que um obreiro deve trabalhar por salário, mas que por onde passasse seria cuidado pelos irmãos: "Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos, nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o trabalhador do seu alimento" Mateus 10.9-10.
A provisão para os que pregam a Palavra deve vir do coração voluntário dos próprios irmãos, pelo mover do Senhor em seus corações (Êx. 25.2), e não de uma paga. O Senhor diz que aquele que recebe um salário como paga, o recebe como dívida e não como dádiva (Rom. 4.4-5). E quanto a isto Jesus disse: "de graça recebestes, de graça dai" (Mat. 10.8). Jesus diz isto porque toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, do Pai das luzes (Tg.1.18). Toda dádiva para ser uma bem-aventurança deve vir do alto, de Deus.
Por isso é que no final da caminhada com os seus discípulos Ele lhes perguntou: "E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada" Lucas 22.35. Na casa do Senhor nunca faltará sustento para o servo, isto porque quando alguém é chamado para o ministério do Senhor não é chamado como escravo, mas como amigo, ainda que ele sirva. Mesmo se fosse um escravo não ficaria sem receber o alimento do seu bom senhor.
O ministério é uma relação de amor entre o servo e o seu Senhor, e não uma troca de favores a qual um paga e o outro cumpre. Somos servos por amor de Jesus e não para cumprir uma tarefa pela qual estamos sendo pago. Todo aquele que recebe salário para profetizar, com toda certeza está andando pelo engano do prêmio de Balaão e lançando tropeço para que o povo se prostitua.
E no texto de Judas acima, mostra que são homens que entraram pelo caminho de Caim, onde a salvação está no homem e se dá pelas obras; e para estabelecerem isto, recebem salário para fazerem o povo se prostituir. Mas há algo também que devemos notar no texto de Apocalipse capítulo 2, nos versos 14 e 15, que a doutrina de Balaão segue junto à doutrina dos nicolaítas.
Isto porque todo aquele que recebe salário para profetizar é considerado alguém especial, diferenciado dos outros. A doutrina dos nicolaítas ensina que a Igreja está dividida em dois grupos de pessoas: os nicos, os especiais, os espirituais, os principais, e o laico, o laicado, o resto do povo. É fácil notar porque uma doutrina anda abraçada com a outra. Se dermos um prêmio para alguém profetizar é porque o diferenciamos dos outros, o consideramos alguém destacado em relação aos outros.
Um abismo vai chamando outro abismo como diz o Senhor. Primeiro começam a fazer diferenças entre os irmãos, depois desejam que aquele ou aqueles irmãos especiais ministrem. Daí desejam que sejam separados e para isto lhes pagam um salário. Aí os põem como líderes, e dividem o povo de Deus. Com as divisões o povo segue o homem e a sua doutrina e não o Senhor e a Sua Palavra. E chegam a tal ponto de dar nomes aos seus grupos para se diferenciarem dos outros.
Paulo disse que este dia chegaria, e que seriam tempos angustiosos: "Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências" II Timóteo 4.3-4.
Paulo anteviu, e exorta a Timóteo e a nós que este dia chegaria. Cerca de 30 anos depois, João escreveu o que Jesus lhe mostrou, que tinha alguns que já seguiam a doutrina dos nicolaítas. Creio que nos dias de hoje grande parte da dita cristandade vive seguindo a doutrina de Balaão e dos nicalaítas. Mas ainda é tempo de arrependimento para o povo de Deus: "Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca"Apocalipse 2.16.
Se há algum filho de Deus que segue por tradição essas doutrinas, deve se arrepender. Porque se recebemos um salário ou buscamos uma glória que provém do homem, onde estará o nosso galardão? Quando recebemos um salário para ministrar a Palavra de Deus já recebemos a nossa paga. E se cobiçamos coisas altivas, como cargos e benefícios, não há em nós um coração do Senhor, que nos amou e deu a vida pelos seus irmãos. Se formos infiéis no pouco, como Ele poderá nos colocar sobre o muito no seu Reino?
Se ministramos algo é porque o recebemos de Deus. E se o recebemos de Deus de graça, como podemos vendê-lo? E se consideramos como nossa própria, estaremos nos gloriando como se não tivéssemos recebido. A Palavra não vem de nós, mas ela vem a nós pela graça de Deus (I Cor. 4.7 e 14.36). Não há como se gloriar em nada, e muito menos fazer qualquer diferença entre irmãos. Se alguém recebe ou dá é pelo Senhor. Da sua mão recebemos e da sua mão é que damos (I Cro. 29.12 e 16). Qualquer que usurpar esta glória, lhe será cobrado naquele dia.
Aquele que ministra a Palavra não precisa se preocupar com o seu sustento, porque isto é cuidado daquele que o chamou. Ninguém vai à guerra às suas próprias custas. Se o Senhor chama alguém e o separa para o ministério, não é porque ele é alguém especial, ao contrário, é porque ele é inútil: "Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer" Lucas 17.10. E porque é inútil em si mesmo não tem do que se gloriar: "Porventura gloriar-se-á o machado contra o que corta com ele, ou presumirá a serra contra o que puxa por ela, como se o bordão movesse aos que o levantam, ou a vara levantasse como não sendo pau?" Isaías 10.15.
Que o temor do Senhor que foi colocado em nossos corações nos livre do mal. Mas como diz Judas, temos que pelejar pela fé que uma vez foi dada aos santos, porque muitos tem andado por este caminho; dissolvem a graça e negam o único Soberano e Senhor nosso: Jesus Cristo. Amém. (site charis)
domingo, 27 de fevereiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Estamos na Vontade de Deus?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
ALVO DE CONTRADIÇÃO.
"Eis que este é posto... para ser alvo de contradição".
Lucas 2.34.
Muitos de nós cristãos, quando estávamos no princípio de nossa vida cristã, não tínhamos problema algum, ao contrário, éramos nós que causávamos os problemas. Como criancinhas em Cristo, ainda carnais, vivemos em contendas e invejas, como os homens naturais (I Coríntios 3.1-3).
Mas a medida que vamos crescendo no conhecimento de Cristo, e vamos sendo transformados de glória em glória na sua imagem, vamos aprendendo que os sofrimentos fazem parte da vida de um cristão que está amadurecendo em Cristo. As tribulações, as necessidades, as angústias por amor de Cristo, produzem cada vez mais um eterno peso de glória (II Coríntios 4.8-18).
A Palavra nos ensina que devemos nos gloriar não somente em sua obra redentora, mas também nas tribulações, porque elas nos fazem crescer, amadurecer, e a viver em esperança por um amor derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Romanos 5.1-5).
Continuando neste crescimento, o que antes ouvimos, passamos a experimentar, no que diz respeito ao que resta das aflições de Cristo. Entramos então por uma vida de piedade, e aí acontece algo que para nós é muito difícil assimilar: a perseguição. "E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições" II Timóteo 3.12.
Como o salmista diz, se a perseguição viesse dos inimigos, poderíamos suportar. Se fosse de um adversário poderíamos nos esconder, mas a perseguição vem por alguém que é nosso companheiro e amigo íntimo. Pessoas que conversávamos tranquilamente e juntos andávamos na casa de Deus (Salmos 55.12-14).
A princípio é muito difícil assimilarmos isto. Tentamos por muitas vezes procurar um meio de andar em paz, mas não encontramos meios. Buscamos em nós meios para promover uma paz, mas não a encontramos, até que o Senhor nos revela que Cristo em nós, é que se torna alvo de contradição.
O alvo indica um centro. É no meio da nação de Israel que Cristo se tornou e se torna alvo de contradição, e não aos que são de fora. Ele, Jesus Cristo, a nossa vida, foi posto por Deus para ser alvo de contradição no meio do seu povo.
Quando Cristo ainda não está formado em nós, o que aparece é o nosso homem exterior, mas quando a cruz começa a operar em nós, e Cristo começa a manifestar a sua vida gloriosa, aí começam as contradições.
Sofremos a contradição, mas ela não vem por causa de nós, mas por causa da Pessoa gloriosa do Senhor Jesus, que por Deus foi posto como pedra angular, e alvo de contradição: "Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus" I Pedro 4.14.
Regozijemos-nos irmãos, por sermos participantes dos seus padecimentos, porque com Ele seremos glorificados (Romanos 8.17). Amém.
(recebi via email...)

