
Caminhando na Esalq em Pira e chuva chegando aqui no ap.
Um certo homem abriu uma fonte de água na beira do caminho, e deixou um copo pendurado por uma cordinha. Foi contado a ele depois de algum tempo que um crítico de arte achara muitos defeitos no seu design. "Mas," replicou o homem, "não é que muitas pessoas sedentas bebem ali?" "Há milhares de pessoas pobres, homens, mulheres e crianças que aliviaram sua sede naquela fonte", disseram a ele. Então o homem somente sorriu e disse que pouco se importava com a observação do crítico, mas esperava que num dia abafado de verão o crítico pudesse encher o copo e ser refrescado e então louvar o nome do Senhor.
Aqui está minha fonte e meu copo: ache defeito se quiser, mas beba da água da Vida. É só isso que me importa.
-C. Spurgeon
Quando Jesus estava na terra, os romanos governavam sobre a nação judaica. Naquela época, os impostos devidos ao governo romano podiam se pagos com sal. Grande parte do sal utilizado naquela região era extraído do mar Morto. A fim de vingar-se dos romanos, alguns judeus adicionavam areia e outras impurezas ao sal que seria utilizado para pagar os impostos. Este sal, portanto, havia perdido o seu sabor, pois não tinha mais qualquer utilidade e para nada mais prestava a menos que fosse purificado. A fim de purificar aquele sal, os romanos o colocavam num grande tanque com água. Assim, o sal se diluía na água, enquanto que as impurezas se depositavam no fundo do tanque. A seguir, a água era retirada, de modo que as impurezas permaneciam no fundo do tanque.
Há outro modo pelo qual o sal poderia perder o seu sabor. O sal, extraído do mar Morto por evaporação, contém 31% de cloreto de sódio, 13% de cloreto de cálcio e 48% de cloreto de magnésio. Se este sal não for armazenado em reservatórios fechados, os cloretos de cálcio e magnésio absorvem umidade da atmosfera e o sal torna-se amargo. Uma vez que a grande maioria do sal extraído naquela região era colocado em montes sobre o solo e ficava ao ar livre, esse sal facilmente se tornava amargo. Este sal amargo e sem sabor era algo nocivo para o campo. Por essa razão, ele era jogado fora nas ruas, onde seria pisado pelas pessoas.
Essa ilustração contém uma lição espiritual muito preciosa que devemos aprender. Os cristãos devem ser o sal da terra; o sal, porém, perde o seu sabor quando contém impurezas e água. Da mesma forma os cristãos perdem seu sabor e seu poder de atração quando eles permitem impurezas e mundanismo em suas vidas.
Respondeu- lhes Jesus:"Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus." (Mt. 22:29)
(retirado de um site cristão)
Cl 3:4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória.
10-11 E vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.
Em Colossenses 3:4 Paulo diz que Cristo é nossa vida. Nada é mais subjetivo para nós que a vida. Nossa vida é na verdade nós mesmos. Como você consegue separar alguém de sua vida? É impossível! A vida de uma pessoa é a própria pessoa. Assim, dizer que Cristo é nossa vida significa que Ele torna-se nós. Isso é subjetivo ao máximo.
Nada está mais intimamente relacionado conosco do que a vida. Na verdade, a nossa vida somos nós mesmos. Se não a tivéssemos, deixaríamos de existir. Dizer que Cristo tornou-se a nossa vida significa que se tornou nós. Senão, como pode ser a nossa vida? A nossa vida não pode ser separada da nossa pessoa. Uma vez que Cristo é a nossa vida, Ele não pode ser separado de nós. Visto que a nossa vida somos nós mesmos, e Cristo é nossa vida, podemos dizer que Cristo tornou-se nós. (Estudo-Vida de Colossenses, pp. 516, 621-622)
Talvez você se pergunte como discernir entre a vida natural e a vida de Cristo, a vida oculta em Deus. Em primeiro lugar, a vida de Cristo é uma vida crucificada; em segundo lugar, é uma vida ressurreta; e em terceiro lugar, é uma vida oculta em Deus. Essas três características a distinguem da nossa vida natural.
Quem é de fato um em vida com Cristo, terá uma vida crucificada. A vida que recebemos do Senhor Jesus não é “crua”, não processada; antes, é crucificada, uma vida que passou por um processo e foi totalmente tratada. Se de fato vivermos uma vida crucificada, quando os outros nos insultarem, não diremos coisa alguma. A vida que devemos viver hoje deve ser tal vida crucificada.
A vida que compartilhamos com Cristo é também ressurreta. Nada, nem a morte, pode suprimi-la. Além disso, em ressurreição não há lágrimas. Suponha que uma irmã comece a chorar ao ser criticada pela maneira como limpou um cômodo no local de reuniões. Isso é vida ressurreta? Claro que não! Na vida ressurreta não há lugar para choro. Mas se essa irmã viver uma vida ressurreta enquanto limpar o local de reuniões, não ficará aborrecida se alguém criticar seu trabalho. Essa é outra diferença entre a vida ressurreta e a vida natural.
Se nossa vida natural não tiver sido eliminada, nosso serviço na igreja não durará muito. Se servirmos na vida natural, seremos facilmente ofendidos e por fim deixaremos de servir. Mas se nossa vida, ao servir, for uma vida crucificada e ressurreta, nada será capaz de derrotá-la.
Além disso, a vida que Cristo tem está oculta em Deus. Somente a vida divina pode estar oculta em Deus. Gosto da palavra “oculta” (3:3). A vida de Cristo não se exibe; ela é oculta. Se você servir por meio dela, não desejará ser visto pelos outros. Pelo contrário, preferirá servir em segredo. A vida natural é exatamente o oposto disso, pois gosta de aparecer. A religião de hoje estimula esse elemento da vida natural. A religião nutre a vida natural, mas na igreja a vida natural é levada à morte.
(Selecionado do livro: "Interpreting Matthew" do irmão Watchman Nee).
DESENVOLVENDO A SALVAÇÃO - Fl. 2.12
A Salvação da Alma - Os Três Tempos da Salvação
Passada: é a salvação do espírito, regeneração, justificação (Rm.5.1 - 2Tm.1.9 - Tito 3.5).
Presente: é a salvação da alma, quebrantamento, santificação (Fl.2.12 - Hb.7.25 -Lc.21.9 - Tg.1.21 -Mc.8.35).
Futura: é a salvação do corpo, ressurreição, redenção (Rm.13.11 - Hb.9.28 - Rm.8.23).
O Homem é tripartido.
Espírito: formado de intuição, consciência e comunhão
Alma: formada de mente, emoção e vontade
Corpo: carne, ossos e sangue
A alma é o órgão de decisão, porque a vontade é parte dela. Se a alma não for quebrada e governada pelo espírito humano regenerado e pelo Espírito Santo, o crente não tem como ser espiritual. A alma continua se submetendo às exigências do corpo.
O Novo Nascimento: é a vivicação do nosso espírito que estava morto em suas funções para Deus. Depois de vivificado, o Espírito Santo pode habitar nesse espírito regenerado (Rm.8.16).
A Salvação da Alma
1. Qual é o Seu Significado?
É a negação do Eu - o quebrantamento da alma
2. Como Essa Salvação é Realizada?
Por meio da cruz que tomamos cada dia
3. Quando Será Manifestada Essa Salvação?
Durante o período do Reino de Cristo nessa terra.
As Três Categorias de Pessoas
1. O homem natural (psiquikos) - vive pela alma apenas. Morto em delitos e pecados (1Co.2.14)
2. O crente carnal (sarkikos) - tem o espírito regenerado mas vive sob a direção da alma (1Co.3.1a)
3. O crente espiritual - o Espírito Santo através do espírito regenerado governa a alma e o corpo (1Co.3.1b)
PASSAGENS BÍBLICAS SOBRE A ALMA
Santificação - 1 Tess.5.23
Salvar ou perder a alma - Mt. 16.24-28
A torre e a guerra - Lc. 14.25-35
Dias de Noé e a mulher de Ló - Lc.17.20-37
Perseverar para ganhar a alma - Lc.21.19
O perigo de retroceder - Hb.10.39
Os anciãos velam pelas almas - Hb.13.17
O fim da fé: salvação da alma - 1 Pd.1.9
A palavra enxertada salva a alma - Tg. 1.21
Descanso para a alma - Mt. 11.28-30
Maria, a alma e a espada - Lc.2.35
Adão foi feito alma vivente - 1Co.15.45
Divisão da alma e do espírito - Hb. 4.12
Purificação da alma - obediência - 1 Pd.1.22
Guerra conta a alma - paixões - 1 Pd.2.11
O Pastor e Bispo das almas - 1 Pd. 2.25
Entrega da alma ao Senhor - 1 Pd. 4.10
A alma justa e afligida de Ló - 2 Pd.2.8
A prosperidade da alma - 3 Jo. 2
Comércio de almas - Apoc.18.13
TIPOS DE PERDÃO NA BÍBLIA
1. Perdão Eterno de Deus - todos os pecados do passado, do presente e do futuro são perdoados pelo sangue de Cristo (Rm.4.7 - Ef. 4.32 - Col.2.13 - 3.13 - 1Jo.2.12 - At.10.43).
2. Perdão da Igreja - podemos chamar de perdão emprestado -
Jesus disse que os apóstolos "perdoariam" pecados e sabemos que isso não é possivel (Jo.20.22,23 - At.9.26-28). Para batizar uma pessoa é preciso que os líderes creiam que Deus já a perdoou. É nesse sentido que "eles" perdoam.
3. Perdão Para Comunhão - a confissão e abandono do pecado traz a restauração da comunhão com Deus (1Jo.9 - 2.1,2).
4. Perdão Com Disciplina - O pecado praticado traz a disciplina (2Sm.cap. 11 - 12.26,27 - Gl.6.7,8 - Jz. 16.28 - Tg. 5.14,15 - 1Pd.5.6,7 - 1Co.11.30-32)
5. Perdão no Reino - um tipo de perdão será dado no reino durante o Milênio: se não perdoarmos um irmão aqui, Deus também não nos perdoará e poderemos ficar fora do reino (Mt.12.32 - 6.14,15 - 7.1,2 - 18.21-35 - Lc.6.38 - 1Co.6.1-8 - Tg. 2.13 - 1Pd.4.17).
A ALMA NO PLANO DE DEUS
1. Sua santificação - 1 Tess. 5.23
2. Separação do espírito - Hb.4.12,13
3. Sua prosperidade - 3 Jo. 2
4. Seu descanso - Mt. 11.28-30
5. Sua salvação - 1 Pd.1.9 - Hb.10.38,39
COMO A ALMA É SALVA AQUI NESTE MUNDO?
1. Auto-compaixão - Mt. 16.22,23
2. Auto-satisfação - Lc.12.15-21
3. Cuidados dessa vida - Lc.17.26-30 - 8.14 - Mc.4.18,19 - Mt. 13.22
4. Prazeres do mundo - a mulher de Ló - Lc.17.32-36
5. A guerra das cobiças - 1 Pd. 2.11
COMO A ALMA É PERDIDA AQUI NESTE MUNDO?
1. Recebendo com mansidão a palavra implantada - Tg.1.21
2. Tomando o jugo do Senhor Jesus - Mt.11.28-30
3. Obedecendo a verdade - 1 Pd. 1.22
4. Submissão ao Pastor e Bispo das almas - 1Pd.2.25
5. Sofrendo sem merecer, praticando o bem - 1 Pd.4.19
6. Sofrendo tortura na alma diante da maldade do mundo - 2Pd.2.8
O PERIGO E POSSIBILIDADE DE RECUAR
1. Os sofrimentos podem nos fazer recuar - Hb. 10.32-39
2. O coração preso aos prazeres do mundo - Lc.17.32,33
O PREÇO DEVE SER PAGO
1. O discípulo precisa renunciar a tudo - Lc.14.26,27,33
2. Entramos no reino através de muitas tribulações - At.14.22
3. É preciso perseverança para ganhar a alma - Lc.21.19
DIFERENÇA ENTRE DÁDIVA E GALARDÃO
1. DÁDIVA - Is.55.1 - Jo. 4.1 - Rm.5.15 - 6.23 - Ef. 2.8 - Apoc.22.17
2. GALARDÃO
a. Deus é Galardoador - Hb. 11.6
i. Ele tem recompensa para dar - Apoc.22.12
ii. Ele vê o que fazemos em secreto - Mt.6.6
iii. Ele julga sem acepção de pessoas - 1Pd.1.17
b. Obras São Consideradas Dívidas - Rm.2.12
i. Recompensa segundo as obras - Apoc.22.12 - 1Co.3.8
ii. Recompensa é para todos - Col. 3.22-24
c. Obras Incluem o Bem e o Mal Praticado - Rm.14.10-12 - 2Co.5.10
i. Orações feitas em secreto - Mt.6.6
ii. Copo de água a um profeta - Mt.10.41
iii. Não julgar os outros - misericórdia - Mt. 7.1 - Lc.6.37,38
iv. Sofrer pelo Senhor - Lc.6.23
v. Lei da semeadura - Gl.6.7 - Col. 3.23-25
d. Nossa Atitude em Relação ao Galardão
i. Devemos contemplar o galardão - Hb.11.26
ii. Devemos ser dedicados e diligentes - 1Co.9.24-27
iii. Devemos buscar a plena recompensa - 2 Jo. 8
O GALARDÃO E O TRIBUNAL DE CRISTO
Só comparecerão diante do Senhor aqueles que Lhe pertencem. É uma reunião da família (Mt.25.19). O Senhor Jesus descerá do Trono até os ares e ali acontecerá o julgamento da igreja, antes do Milênio. "Todos nós devemos comparecer perante o Tribunal de Cristo ... cada um de vós dará conta de si mesmo a Deus" (Rm.14.10,12).
NÓS - todos os cristãos, inclusive Paulo
TODOS - é universal - inclui todos os salvos
DEVEMOS
COMPARECER - será algo público - todos presenciarão
PERANTE - será algo pessoal - o crente e Cristo
TRIBUNAL - o caráter será judicial - é julgamento
CADA UM - será algo pessoal e individual
DAR CONTA - teremos que dar conta da nossa vida - o que fizemos - caráter (conduta) + obras.
A DEUS - será um assunto divino a ser resolvido com o próprio Deus.
MAIS TEXTOS IMPORTANTES SOBRE O REINO
1. Ofensas entre irmãos - Mt.5.21-26
2. O perigo da falta de perdão - Mt. 18.15-35
3. Confiança nas riquezas - Mt.19.16,30
4. Levar irmãos ao tribunal - 1Co.6.1-11
5. A corrida da fé e o prêmio - 1Co.9.24-27
6. O Prêmio da soberana vocação - Fl.3.10-14
7. Os descansos do povo de Deus:
a. O descanso de Deus - Gn.2.2 - Hb.4.4,5
b. O descanso em Canaã - Hb.3.17-19
c. O descanso do crente - Hb.4.3
d. O descanso da alma - Mt. 11.30
e. O descanso no Reino - Hb. 4.9, 11
8. A misericórdia e o juízo - Tg.2.13
9. Entrada ampla no reino - 2Pd.1.3-11
A CORRIDA E O PRÊMIO
1. Todos correm...um só leva o prêmio - 1Co.9.24
2. Correr com perseverança a carreira - Hb.12.1
3. Eu corro...não como indeciso - 1Co. 9.26
4. Correr em vão - Gl. 2.2
5. Corríeis bem, quem vos impediu? - Gl. 5.7
6. Não corri nem trabalhei em vão - Fl. 2.16
CONCLUSÃO:
"Combati o bom combate, acabei a corrida e guardei a fé; desde agora a coroa da justiça me está reservada, a qual o Senhor, o Justo Juiz me dará nAquele Dia. E não somente a mim, mas a todos quantos amarem a Sua vinda" (2Tm.4.8,9).
"Os que não estão crucificados não podem ser e não são dignos de pregar a mensagem da cruz. A cruz que pregamos deveria crucificar-nos primeiro. A mensagem que pregamos deveria queimar em nossa vida primeiro de maneira que a nossa vida e a nossa mensagem possam estar mescladas. Desse modo a nossa vida tornar-se-á nossa mensagem viva. A cruz que pregamos não deve ser meramente uma mensagem. Deveríamos diariamente experimentar de fato a cruz em nossa vida. O que pregamos não deveria ser somente uma mensagem, e sim, a vida que temos diariamente. Ao pregarmos, dispensamos essa vida a outros. O Senhor Jesus disse que a Sua carne é comida e Seu sangue é bebida. Partilharmos da cruz do Senhor pela fé é como comer a Sua carne e beber o Seu sangue. Entretanto, comer e beber não são apenas palavras vazias. Após comermos e bebermos, digerimos o que comemos e bebemos a fim de que possa tornar-se parte de nós – tornar-se nossa vida. Nossa falta reside no fato de que muitas vezes estudamos a Palavra de Deus filiados em nossa própria sabedoria e preparamos nossos apontamentos com nossas próprias considerações. Frequentemente tomamos o conhecimento ganho de livros e doutrinas que ouvimos de nossos mestres e amigos e fazemos deles nossos sermões. Embora tenhamos tantos bons pensamentos e idéias, e embora os ouvintes nos ouçam com muita atenção e interesse, todo o trabalho termina ali mesmo. Não podemos dispensar a vida de Deus a outros. Apesar de pregarmos a palavra da cruz a outrem. Podemos apenas dar pensamentos e idéias às pessoas. Entretanto, o que falta às pessoas não são bons pensamentos, mas vida".