domingo, 27 de janeiro de 2008

Piracicaba e Uberaba (celular)




Caminhando na Esalq em Pira e chuva chegando aqui no ap.

é verdade!!!

Um certo homem abriu uma fonte de água na beira do caminho, e deixou um copo pendurado por uma cordinha. Foi contado a ele depois de algum tempo que um crítico de arte achara muitos defeitos no seu design. "Mas," replicou o homem, "não é que muitas pessoas sedentas bebem ali?" "Há milhares de pessoas pobres, homens, mulheres e crianças que aliviaram sua sede naquela fonte", disseram a ele. Então o homem somente sorriu e disse que pouco se importava com a observação do crítico, mas esperava que num dia abafado de verão o crítico pudesse encher o copo e ser refrescado e então louvar o nome do Senhor.

Aqui está minha fonte e meu copo: ache defeito se quiser, mas beba da água da Vida. É só isso que me importa.

-C. Spurgeon


(sitio cristão)

sábado, 26 de janeiro de 2008

Interessante!!!

Conflito bíblico-científico: Jesus afirmou que o sal pode perder o seu sabor. Como seria isso possível se o sal é cloreto de sódio, substância que nunca deixa de ser salgada?

Quando Jesus estava na terra, os romanos governavam sobre a nação judaica. Naquela época, os impostos devidos ao governo romano podiam se pagos com sal. Grande parte do sal utilizado naquela região era extraído do mar Morto. A fim de vingar-se dos romanos, alguns judeus adicionavam areia e outras impurezas ao sal que seria utilizado para pagar os impostos. Este sal, portanto, havia perdido o seu sabor, pois não tinha mais qualquer utilidade e para nada mais prestava a menos que fosse purificado. A fim de purificar aquele sal, os romanos o colocavam num grande tanque com água. Assim, o sal se diluía na água, enquanto que as impurezas se depositavam no fundo do tanque. A seguir, a água era retirada, de modo que as impurezas permaneciam no fundo do tanque.

Há outro modo pelo qual o sal poderia perder o seu sabor. O sal, extraído do mar Morto por evaporação, contém 31% de cloreto de sódio, 13% de cloreto de cálcio e 48% de cloreto de magnésio. Se este sal não for armazenado em reservatórios fechados, os cloretos de cálcio e magnésio absorvem umidade da atmosfera e o sal torna-se amargo. Uma vez que a grande maioria do sal extraído naquela região era colocado em montes sobre o solo e ficava ao ar livre, esse sal facilmente se tornava amargo. Este sal amargo e sem sabor era algo nocivo para o campo. Por essa razão, ele era jogado fora nas ruas, onde seria pisado pelas pessoas.

Essa ilustração contém uma lição espiritual muito preciosa que devemos aprender. Os cristãos devem ser o sal da terra; o sal, porém, perde o seu sabor quando contém impurezas e água. Da mesma forma os cristãos perdem seu sabor e seu poder de atração quando eles permitem impurezas e mundanismo em suas vidas.

Respondeu- lhes Jesus:"Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus." (Mt. 22:29)


(retirado de um site cristão)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Leia e considere diante do Senhor!!!

VIDA QUE SE OCULTA.

Cl 3:4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória.

10-11 E vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.

 

            Em Colossenses 3:4 Paulo diz que Cristo é nossa vida. Nada é mais subjetivo para nós que a vida. Nossa vida é na verdade nós mesmos. Como você consegue separar alguém de sua vida? É impossível! A vida de uma pessoa é a própria pessoa. Assim, dizer que Cristo é nossa vida significa que Ele torna-se nós. Isso é subjetivo ao máximo.

            Nada está mais intimamente relacionado conosco do que a vida. Na verdade, a nossa vida somos nós mesmos. Se não a tivéssemos, deixaríamos de existir. Dizer que Cristo tornou-se a nossa vida significa que se tornou nós. Senão, como pode ser a nossa vida? A nossa vida não pode ser separada da nossa pessoa. Uma vez que Cristo é a nossa vida, Ele não pode ser separado de nós. Visto que a nossa vida somos nós mesmos, e Cristo é nossa vida, podemos dizer que Cristo tornou-se nós. (Estudo-Vida de Colossenses, pp. 516, 621-622)

 

            Talvez você se pergunte como discernir entre a vida natural e a vida de Cristo, a vida oculta em Deus. Em primeiro lugar, a vida de Cristo é uma vida crucificada; em segundo lugar, é uma vida ressurreta; e em terceiro lugar, é uma vida oculta em Deus. Essas três características a distinguem da nossa vida natural.

            Quem é de fato um em vida com Cristo, terá uma vida crucificada. A vida que recebemos do Senhor Jesus não é “crua”, não processada; antes, é crucificada, uma vida que passou por um processo e foi totalmente tratada. Se de fato vivermos uma vida crucificada, quando os outros nos insultarem, não diremos coisa alguma. A vida que devemos viver hoje deve ser tal vida crucificada.

            A vida que compartilhamos com Cristo é também ressurreta. Nada, nem a morte, pode suprimi-la. Além disso, em ressurreição não há lágrimas. Suponha que uma irmã comece a chorar ao ser criticada pela maneira como limpou um cômodo no local de reuniões. Isso é vida ressurreta? Claro que não! Na vida ressurreta não há lugar para choro. Mas se essa irmã viver uma vida ressurreta enquanto limpar o local de reuniões, não ficará aborrecida se alguém criticar seu trabalho. Essa é outra diferença entre a vida ressurreta e a vida natural.

            Se nossa vida natural não tiver sido eliminada, nosso serviço na igreja não durará muito. Se servirmos na vida natural, seremos facilmente ofendidos e por fim deixaremos de servir. Mas se nossa vida, ao servir, for uma vida crucificada e ressurreta, nada será capaz de derrotá-la.

            Além disso, a vida que Cristo tem está oculta em Deus. Somente a vida divina pode estar oculta em Deus. Gosto da palavra “oculta” (3:3). A vida de Cristo não se exibe; ela é oculta. Se você servir por meio dela, não desejará ser visto pelos outros. Pelo contrário, preferirá servir em segredo. A vida natural é exatamente o oposto disso, pois gosta de aparecer. A religião de hoje estimula esse elemento da vida natural. A religião nutre a vida natural, mas na igreja a vida natural é levada à morte.

            Tudo o que fazemos na igreja deve ser feito por meio da vida oculta em Deus. Em Mateus 6, o Senhor Jesus fala de fazer coisas em segredo, e não diante dos homens (vv. 1-6, 16-18). Até mesmo ao apresentar a oferta ao Senhor, devemos estar ocultos. Em tudo que fazemos devemos viver uma vida oculta com Cristo em Deus. (Estudo-Vida de Colossenses, pp. 614-616)

(Retirado do site do irmão Enos Suga)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Entendes o que lês?

ENTENDES O QUE LÊS? - Atos 8.30 - O Menor no Reino é Maior do Que João?

João Batista: Maior e Menor?
A passagem de Mateus 11.7-19 é dificil de se explicar. Por que o Senhor Jesus disse: "Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista; mas o menor no reino dos céus é maior do que ele" (v.11). Qual é o sentido dessas palavras?

O Senhor perguntou: "Mas para que saístes? para ver um profeta? Sim, eu vos digo, e muito mais que profeta" (v.9). Por que mais do que um profeta? Porque João é o Meu precursor (v.10). Ele está mais próximo de Mim no ministério do que qualquer outro profeta do passado. Creio que a grandeza de João está no fato da sua proximidade do Senhor Jesus, pois ele preparou o próprio caminho e a vinda de Jesus e teve uma parte significativa na obra do Senhor. Por isso João foi grande.

"Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista; mas o menor no reino dos céus é maior do que ele" (v.11). Estas palavras não são fáceis de explicar. Fazendo uma comparação entre as duas expressões, talvez possamos ganhar alguma luz. Em que João é maior do que todos os que nasceram de mulher? Porque muitos outros parecem ter sido mais espirituais do que João. Mesmo na questão de profetizar, Jeremias e outros profetas foram, inquestionavelmente maiores do que ele. Todavia essa grandeza de João provinha da sua maior proximidade ao Senhor. Se entendermos o "maior" na primeira frase, talvez possamos entender o "maior" na segunda frase.

A questão não está no fato de alguém ser maior no sentido espiritual ou posicional. Não! João só é maior do que os outros profetas porque ele está mais próximo do Senhor. E pela mesma indicação, os crentes de hoje que estão no reino são maiores do que João por estarem mais próximos do Senhor do que ele estava. Temos que lembrar que, embora João estivesse muito próximo do reino, ele ainda estava fora dele naquela ocasião, enquanto que os crentes hoje estão dentro do reino.

Mateus 5 a 7 nos fornece o conteúdo do reino dos céus; Mateus 13 descortina a aparência exterior do reino dos céus. Aqueles que estão no reino dos céus estão mais próximos do Senhor do que João, por isso são maiores do que ele. O reino dos céus aqui se refere à presente era. É verdade que o reino dos céus inclui o Milênio, mas ele não está totalmente ausente hoje, nem tampouco foi adiado até a chegada real do Milênio. Sabemos que o reino dos céus no Milênio incluirá Abraão, Isaque e Jacó (Mt.8.11), mas João, segundo o Senhor aqui, é maior do que estes, provando assim que João também será incluído no reino dos céus. Porém, "desde os dias de João o Batista até agora! (v.12) mais pessoas têm entrado no reino dos céus. Primeiro os judeus, depois mais tarde os gentios. Tanto João quanto o Senhor proclamaram: "O reino do céu está próximo". Naquela era todos os que entram no reino dos céus não são nascidos de mulher, nem da carne, mas de Deus. João havia declarado que o reino estava próximo, mas hoje existem aqueles que estão no reino. Por isso são maiores do que João. Estes não são apenas homens do reino dos céus; estes, por serem também parte do corpo de Cristo, são membros do Rei. E por essa razão, o dedinho do nosso Senhor é maior do que João.
 

(Selecionado do livro: "Interpreting Matthew" do irmão Watchman Nee).



segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Desenvolvendo a Salvação!!! Fl. 2.12

DESENVOLVENDO A SALVAÇÃO - Fl. 2.12

A Salvação da Alma - Os Três Tempos da Salvação

Passada: é a salvação do espírito, regeneração, justificação (Rm.5.1 - 2Tm.1.9 - Tito 3.5).

Presente: é a salvação da alma, quebrantamento, santificação (Fl.2.12 - Hb.7.25 -Lc.21.9 - Tg.1.21 -Mc.8.35).

Futura: é a salvação do corpo, ressurreição, redenção (Rm.13.11 - Hb.9.28 - Rm.8.23).

O Homem é tripartido.

Espírito: formado de intuição, consciência e comunhão
Alma: formada de mente, emoção e vontade
Corpo: carne, ossos e sangue

A alma é o órgão de decisão, porque a vontade é parte dela. Se a alma não for quebrada e governada pelo espírito humano regenerado e pelo Espírito Santo, o crente não tem como ser espiritual. A alma continua se submetendo às exigências do corpo.

O Novo Nascimento: é a vivicação do nosso espírito que estava morto em suas funções para Deus. Depois de vivificado, o Espírito Santo pode habitar nesse espírito regenerado (Rm.8.16).

A Salvação da Alma

1. Qual é o Seu Significado?
É a negação do Eu - o quebrantamento da alma

2. Como Essa Salvação é Realizada?
Por meio da cruz que tomamos cada dia

3. Quando Será Manifestada Essa Salvação?
Durante o período do Reino de Cristo nessa terra.

As Três Categorias de Pessoas

1. O homem natural (psiquikos) - vive pela alma apenas. Morto em delitos e pecados (1Co.2.14)
2. O crente carnal (sarkikos) - tem o espírito regenerado mas vive sob a direção da alma (1Co.3.1a)
3. O crente espiritual - o Espírito Santo através do espírito regenerado governa a alma e o corpo (1Co.3.1b)

PASSAGENS BÍBLICAS SOBRE A ALMA

Santificação - 1 Tess.5.23
Salvar ou perder a alma - Mt. 16.24-28
A torre e a guerra - Lc. 14.25-35
Dias de Noé e a mulher de Ló - Lc.17.20-37
Perseverar para ganhar a alma - Lc.21.19
O perigo de retroceder - Hb.10.39
Os anciãos velam pelas almas - Hb.13.17
O fim da fé: salvação da alma - 1 Pd.1.9
A palavra enxertada salva a alma - Tg. 1.21
Descanso para a alma - Mt. 11.28-30
Maria, a alma e a espada - Lc.2.35
Adão foi feito alma vivente - 1Co.15.45
Divisão da alma e do espírito - Hb. 4.12
Purificação da alma - obediência - 1 Pd.1.22
Guerra conta a alma - paixões - 1 Pd.2.11
O Pastor e Bispo das almas - 1 Pd. 2.25
Entrega da alma ao Senhor - 1 Pd. 4.10
A alma justa e afligida de Ló - 2 Pd.2.8
A prosperidade da alma - 3 Jo. 2
Comércio de almas - Apoc.18.13

TIPOS DE PERDÃO NA BÍBLIA

1. Perdão Eterno de Deus - todos os pecados do passado, do presente e do futuro são perdoados pelo sangue de Cristo (Rm.4.7 - Ef. 4.32 - Col.2.13 - 3.13 - 1Jo.2.12 - At.10.43).

2. Perdão da Igreja - podemos chamar de perdão emprestado -
Jesus disse que os apóstolos "perdoariam" pecados e sabemos que isso não é possivel (Jo.20.22,23 - At.9.26-28). Para batizar uma pessoa é preciso que os líderes creiam que Deus já a perdoou. É nesse sentido que "eles" perdoam.

3. Perdão Para Comunhão - a confissão e abandono do pecado traz a restauração da comunhão com Deus (1Jo.9 - 2.1,2).

4. Perdão Com Disciplina - O pecado praticado traz a disciplina (2Sm.cap. 11 - 12.26,27 - Gl.6.7,8 - Jz. 16.28 - Tg. 5.14,15 - 1Pd.5.6,7 - 1Co.11.30-32)

5. Perdão no Reino - um tipo de perdão será dado no reino durante o Milênio: se não perdoarmos um irmão aqui, Deus também não nos perdoará e poderemos ficar fora do reino (Mt.12.32 - 6.14,15 - 7.1,2 - 18.21-35 - Lc.6.38 - 1Co.6.1-8 - Tg. 2.13 - 1Pd.4.17).

A ALMA NO PLANO DE DEUS

1. Sua santificação - 1 Tess. 5.23
2. Separação do espírito - Hb.4.12,13
3. Sua prosperidade - 3 Jo. 2
4. Seu descanso - Mt. 11.28-30
5. Sua salvação - 1 Pd.1.9 - Hb.10.38,39

COMO A ALMA É SALVA AQUI NESTE MUNDO?

1. Auto-compaixão - Mt. 16.22,23
2. Auto-satisfação - Lc.12.15-21
3. Cuidados dessa vida - Lc.17.26-30 - 8.14 - Mc.4.18,19 - Mt. 13.22
4. Prazeres do mundo - a mulher de Ló - Lc.17.32-36
5. A guerra das cobiças - 1 Pd. 2.11

COMO A ALMA É PERDIDA AQUI NESTE MUNDO?

1. Recebendo com mansidão a palavra implantada - Tg.1.21
2. Tomando o jugo do Senhor Jesus - Mt.11.28-30
3. Obedecendo a verdade - 1 Pd. 1.22
4. Submissão ao Pastor e Bispo das almas - 1Pd.2.25
5. Sofrendo sem merecer, praticando o bem - 1 Pd.4.19
6. Sofrendo tortura na alma diante da maldade do mundo - 2Pd.2.8

O PERIGO E POSSIBILIDADE DE RECUAR

1. Os sofrimentos podem nos fazer recuar - Hb. 10.32-39
2. O coração preso aos prazeres do mundo - Lc.17.32,33

O PREÇO DEVE SER PAGO

1. O discípulo precisa renunciar a tudo - Lc.14.26,27,33
2. Entramos no reino através de muitas tribulações - At.14.22
3. É preciso perseverança para ganhar a alma - Lc.21.19

DIFERENÇA ENTRE DÁDIVA E GALARDÃO

1. DÁDIVA - Is.55.1 - Jo. 4.1 - Rm.5.15 - 6.23 - Ef. 2.8 - Apoc.22.17

2. GALARDÃO
a. Deus é Galardoador - Hb. 11.6
i. Ele tem recompensa para dar - Apoc.22.12
ii. Ele vê o que fazemos em secreto - Mt.6.6
iii. Ele julga sem acepção de pessoas - 1Pd.1.17

b. Obras São Consideradas Dívidas - Rm.2.12
i. Recompensa segundo as obras - Apoc.22.12 - 1Co.3.8
ii. Recompensa é para todos - Col. 3.22-24

c. Obras Incluem o Bem e o Mal Praticado - Rm.14.10-12 - 2Co.5.10
i. Orações feitas em secreto - Mt.6.6
ii. Copo de água a um profeta - Mt.10.41
iii. Não julgar os outros - misericórdia - Mt. 7.1 - Lc.6.37,38
iv. Sofrer pelo Senhor - Lc.6.23
v. Lei da semeadura - Gl.6.7 - Col. 3.23-25

d. Nossa Atitude em Relação ao Galardão

i. Devemos contemplar o galardão - Hb.11.26
ii. Devemos ser dedicados e diligentes - 1Co.9.24-27
iii. Devemos buscar a plena recompensa - 2 Jo. 8

O GALARDÃO E O TRIBUNAL DE CRISTO
Só comparecerão diante do Senhor aqueles que Lhe pertencem. É uma reunião da família (Mt.25.19). O Senhor Jesus descerá do Trono até os ares e ali acontecerá o julgamento da igreja, antes do Milênio. "Todos nós devemos comparecer perante o Tribunal de Cristo ... cada um de vós dará conta de si mesmo a Deus" (Rm.14.10,12).

NÓS - todos os cristãos, inclusive Paulo
TODOS - é universal - inclui todos os salvos em Cristo
DEVEMOS
- é algo inevitável - ninguém escapará
COMPARECER - será algo público - todos presenciarão
PERANTE - será algo pessoal - o crente e Cristo
TRIBUNAL - o caráter será judicial - é julgamento
CADA UM - será algo pessoal e individual
DAR CONTA - teremos que dar conta da nossa vida - o que fizemos - caráter (conduta) + obras.
A DEUS - será um assunto divino a ser resolvido com o próprio Deus.

MAIS TEXTOS IMPORTANTES SOBRE O REINO

1. Ofensas entre irmãos - Mt.5.21-26
2. O perigo da falta de perdão - Mt. 18.15-35
3. Confiança nas riquezas - Mt.19.16,30
4. Levar irmãos ao tribunal - 1Co.6.1-11
5. A corrida da fé e o prêmio - 1Co.9.24-27
6. O Prêmio da soberana vocação - Fl.3.10-14
7. Os descansos do povo de Deus:
a. O descanso de Deus - Gn.2.2 - Hb.4.4,5
b. O descanso em Canaã - Hb.3.17-19
c. O descanso do crente - Hb.4.3
d. O descanso da alma - Mt. 11.30
e. O descanso no Reino - Hb. 4.9, 11
8. A misericórdia e o juízo - Tg.2.13
9. Entrada ampla no reino - 2Pd.1.3-11

A CORRIDA E O PRÊMIO

1. Todos correm...um só leva o prêmio - 1Co.9.24
2. Correr com perseverança a carreira - Hb.12.1
3. Eu corro...não como indeciso - 1Co. 9.26
4. Correr em vão - Gl. 2.2
5. Corríeis bem, quem vos impediu? - Gl. 5.7
6. Não corri nem trabalhei em vão - Fl. 2.16

CONCLUSÃO:
"Combati o bom combate, acabei a corrida e guardei a fé; desde agora a coroa da justiça me está reservada, a qual o Senhor, o Justo Juiz me dará nAquele Dia. E não somente a mim, mas a todos quantos amarem a Sua vinda" (2Tm.4.8,9).

 

sábado, 5 de janeiro de 2008

O MOTIVO DO INSUCESSO DOS QUE PREGAM A CRUZ

"Os que não estão crucificados não podem ser e não são dignos de pregar a mensagem da cruz. A cruz que pregamos deveria crucificar-nos primeiro. A mensagem que pregamos deveria queimar em nossa vida primeiro de maneira que a nossa vida e a nossa mensagem possam estar mescladas. Desse modo a nossa vida tornar-se-á nossa mensagem viva. A cruz que pregamos não deve ser meramente uma mensagem. Deveríamos diariamente experimentar de fato a cruz em nossa vida. O que pregamos não deveria ser somente uma mensagem, e sim, a vida que temos diariamente. Ao pregarmos, dispensamos essa vida a outros. O Senhor Jesus disse que a Sua carne é comida e Seu sangue é bebida. Partilharmos da cruz do Senhor pela fé é como comer a Sua carne e beber o Seu sangue. Entretanto, comer e beber não são apenas palavras vazias. Após comermos e bebermos, digerimos o que comemos e bebemos a fim de que possa tornar-se parte de nós – tornar-se nossa vida. Nossa falta reside no fato de que muitas vezes estudamos a Palavra de Deus filiados em nossa própria sabedoria e preparamos nossos apontamentos com nossas próprias considerações. Frequentemente tomamos o conhecimento ganho de livros e doutrinas que ouvimos de nossos mestres e amigos e fazemos deles nossos sermões. Embora tenhamos tantos bons pensamentos e idéias, e embora os ouvintes nos ouçam com muita atenção e interesse, todo o trabalho termina ali mesmo. Não podemos dispensar a vida de Deus a outros. Apesar de pregarmos a palavra da cruz a outrem. Podemos apenas dar pensamentos e idéias às pessoas. Entretanto, o que falta às pessoas não são bons pensamentos, mas vida".