quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A Diferença entre o Fruto do Trigo e o da Figueira

Você já observou a diferença entre o fruto do trigo e o da figueira? A Bíblia usa a figueira para representar Israel e, o trigo para descrever os cristãos. A figueira tem raízes muito profundas. O povo de Israel recebeu a bênção divina, mas toda essa bênção está relacionada com esta Terra; é como se suas raízes estivessem muito presas a esta Terra; a Terra é a porção deles. Mas como é a raiz do trigo? O trigo é uma planta anual; é uma planta muito frágil, O trigo é uma planta anual. Essa planta está sempre pronta para ser separada da terra.

 

Os descendentes celestiais de Abraão receberam as bênçãos celestiais. Eles são como a figueira. Nós, porém, nada temos além do Senhor, nós recebemos as bênçãos celestiais porque somos como o trigo. O trigo não tem raízes profundas, a qualquer momento pode ser arrebatado. O arrebatamento é o futuro do trigo. Quando o trigo será arrancado? Quando estiver maduro. Outra característica interessante sobre a vida do trigo é que ele morre da espiga para baixo. Quando está maduro, o caule e a raiz morrem. Quando o fruto está maduro, ou seja, quanto mais você amadurece diante do Senhor, mais e mais você vai se desprendendo deste mundo.

 

Essa é a natureza do arrebatamento. Então, não provoque desavenças com os pré-tribulacionistas nem com os pós-tribulacionistas. O importante é que fomos criados para o arrebatamento. E o trigo possui uma vida tal que faz com que mais e mais morramos para o mundo. Quanto mais mortos para o mundo, mais vivos para o céu. Quando o trigo cresce e chega à maturidade, quanto mais ele amadurece, mais ele reclina a cabeça. O joio, entretanto, é diferente. À medida que o tempo passa, o joio fica cada vez mais rijo. É por isso que o Senhor disse para deixá-los crescer juntos. O Senhor nos semeou neste mundo. O trigo cresce sob a luz intensa do sol; sol após sol. E, ao absorver a luz que vem do sol, pouco a pouco o trigo vai amadurecendo. Então, quando o fruto está maduro, imediatamente a foice vai fazer o seu trabalho. O momento da ceifa chegou, o arrebatamento vai acontecer.

 

Esse é o futuro da vida cristã. E, por essa razão, a Bíblia diz que a ceifa é a consumação do século. Nós, cristãos, temos uma história um futuro. Quando chegamos à última página da história deste mundo, nos deparamos com o futuro do mundo. Mas, o Senhor realmente semeou a Sua semente neste mundo e deixou o trigo crescer. E esse trigo também tem a sua própria história. Ele vai crescer junto com o joio. Quanto mais o trigo amadurece, mais ele morre para o mundo. Quanto mais os cristãos caminham para a maturidade, mais eles se tornam humildes.

 

Do Monte da Transfiguração até o Golgota

Precisamos entender a história do Monte da Transfiguração especialmente à luz do Evangelho de Lucas. Em certa ocasião, Campbell Morgan afirmou: "A natureza humana, depois da queda do homem, tornou-se cada vez mais vazia. Porque fomos destituídos da glória de Deus, por causa do pecado, a natureza humana nunca conseguiu florescer". Todavia, no Monte da Transfiguração, o Filho de Deus, como o Filho do Homem, era o Homem Perfeito aos olhos de Deus. Essa foi a primeira vez na história da humanidade em que a verdadeira humanidade floresceu. Ali vemos a manifestação dessa glória. É por isso que Campbell Morgan sugeriu: "Se Adão nunca tivesse caído e tivesse tomado do fruto da árvore da vida, ele iria crescer continuamente. E, um dia, ele partiria deste mundo. Mas ele não partiria deste mundo através da morte. Então o que aconteceria? Ao receber do fruto da árvore da vida, ele estaria sendo transformado à imagem do Senhor Jesus. O sinal de que aquela vida estava madura seria algo semelhante ao que aconteceu no Monte da Transfiguração".

 

É por isso que precisamos entender a beleza da cena do Monte da Transfiguração. No que concerne ao nosso Senhor, Ele já chegara ao final de Sua jornada na Terra, Ele já havia atingido o ápice da vida, daquele monte, Ele poderia ter ascendido aos céus, Ele já havia cumprido todo o propósito de Deus para Sua vida. Ele tinha vivido uma vida maravilhosa. Mas o nosso Senhor não partiu dali. Ele ainda não podia subir ao céu dali. Ele teve, antes, que descer do Monte Hermon até o Monte do Gólgota e ali morrer por nós na cruz.

 

Aqui nos é dada uma definição do caminho da cruz. O caminho da cruz é o caminho que leva do Monte da Transfiguração ao Monte Gólgota. O nosso Senhor não precisava passar por esse caminho. Mas, para nos salvar, Ele não salvou a Si próprio. Para nos salvar, Ele precisava morrer por nós na cruz. Qual é o caminho da cruz? Por que teve ele que passar por esse caminho? Quando Pedro estava no Monte da Transfiguração, disse: "Façamos três tendas". Por que Pedro fez aquela afirmação? Devemos lembrar que naquela época a Festa dos Tabernáculos estava próxima. Pedro, então, estava no espírito da Festa dos Tabernáculos. Façamos três tendas (tabernáculos), uma para o Senhor, outra para Elias e outra para Moisés. Qual o significado dessa afirmação de Pedro?

 

A Festa dos Tabernáculos é a época da colheita de uvas e azeitonas. Nessa época, as uvas estavam maduras, por essa razão havia maravilhosos frutos na vide. Na Festa dos Tabernáculos, aqueles frutos atingiram a sua maturidade; há lindos cachos pendurados sob as parreiras. Mas aquelas uvas não permanecem ali, intactas; todas as famílias judaicas dirigem-se para as parreiras e colhem aquelas uvas, e as depositam no lagar para serem pisadas. Há dois lagares, um menor e outro maior e, entre esses dois lagares, há um pequeno tubo. Ao pisarem aquelas uvas maravilhosas, elas se desfiguram, tornam-se em fragmentos, perdem a beleza anterior. Mas, ao serem desfiguradas, o maravilhoso suco da uva é extraído. O suco começa a fluir do lagar superior para o inferior. Ali, então, é produzido o vinho para o mundo. Quando chega o inverno, mesmo as pessoas humildes e pobres podem ser aquecidas por esse vinho. No inverno, dentro de seus lares, as pessoas se regozijam, mas os ramos das vinhas estão na neve. A vinha deu tudo de si para que os homens pudessem encontrar regozijo.

 

Esse é o caminho do Monte Hermon até o Monte Calvário. Esse não é um sofrimento merecido. É um sofrimento imerecido. Não é o sofrimento de um Jacó e sim o sofrimento de um Jó. Jó sofreu porque era perfeito e porque era maduro. O Senhor amadureceu com um propósito: outorgar graça para outras pessoas. O sofrimento das uvas tem um propósito: dar vida para outros. A vide se derrama para os outros, para que outras pessoas possam receber vida. Esse é o terceiro estágio da vida do Senhor. Esse é o caminho da cruz: do Monte da Transfiguração até o Monte do Gólgota.

 

Através desse maravilhoso quadro, somos relembrados por Pedro do poder do Senhor Jesus. Esse é o poder transformador das nossas vidas. Porque Ele nos deu esse divino poder, pela graça do Senhor podemos ser transformados à Sua imagem. Essa é a nossa história. Essa é a história do nosso Senhor e, por causa disso, vamos tomar a história dEle como a nossa história.

 

 

Extraído do livro Grandes Profecias da Bíblia – Edições Tesouro Aberto

sábado, 24 de janeiro de 2009

Essa é a vida do cristao...

4 - Pelo contrário, em tudo recomendando-nos a nós mesmos como ministros de Deus: na muita paciência, nas aflições, nas privações, nas angústias,

5 - nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns,

6 - na pureza, no saber, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido,

7 - na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, quer ofensivas, quer defensivas;

8 - por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama, como enganadores e sendo verdadeiros;

9 - como desconhecidos e, entretanto, bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, porém não mortos;

10 - entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo.

(Apóstolo Paulo em 2 Corintíos 6:4-10)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Meditando no Salmo 46

1 -  Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
2  - Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
3  - Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá)
4  - Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
5  - Deus está no meio dela; não será abalada; Deus a ajudará ao romper da manhã.
6 -  As nações se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu.
7  - O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá)

(Salmos 46:1 - Versão Revista e Corrigida SBB)

Selá é uma pausa para que o nosso pensamento seja elevado a Deus. É um suspiro pausado de alegria, quando alguém que amamos chega inesperadamente a nossa frente ou a nossa casa. Seria uma espécie de interjeição de alegria ou satisfação.



terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Atencao...

"Nunca duvide na escuridão do que Deus lhe disse à luz."



Raymond Edman

sábado, 17 de janeiro de 2009

Juízes ou Libertadores? (Excelente texto)

   JUÍZES OU LIBERTADORES?


"A este Moisés, a quem tinham rechaçado, dizendo: Quem te pôs por governante e juiz? A este o enviou Deus como governante e libertador por mão do anjo que lhe apareceu na sarça" (Atos 7:35).

 

Como sabemos, Moisés fracassou em seu primeiro intento de libertar ao povo do Israel. A causa de seu fracasso nos mostra aqui claramente: que ele se elevou como governante e juiz de seus irmãos, entretanto Deus lhe queria enviar (como lhe enviou mais tarde) como governante e libertador.

Há uma diferença muito grande entre ser juiz e ser libertador. Em Moisés essa diferença era muito marcante. Quando ele se aproximou para defender o israelita das mãos do egípcio, matou o egípcio; em seguida, quando quis pôr paz entre os dois israelitas que brigavam, ele "pensava que seus irmãos compreendiam que Deus lhes daria liberdade por mão dele". Sua atitude era a do príncipe que se assenhoreia dos outros, daquele que acredita ser algo a seus próprios olhos, não a do libertador que deseja aliviar suas cargas.

É possível ter uma atitude equivocada quando nos relacionamos com nossos irmãos. Sem dúvida, é possível também ter a atitude de juiz, embora Deus não nos tenha chamado para julgar. Fazemos violência às suas consciências, assumimos o controle de suas vidas, decidimos por eles, pomos pesadas cargas sobre seus ombros. Mas temos que saber que Deus jamais nos encomendou essa missão.

O desejo de Deus é tirar as cargas, liberar a seu povo do dedo ameaçador, consolar aos afligidos, quebrar os jugos de impiedade. Moisés teria que demorar quarenta anos para compreender isto. Ele não foi posto para assenhorar-se do povo de Deus, mas sim para servi-lo em amor. Ele teria que ser esvaziado de toda a grandeza em que se criou e a que aspirava, de sua vã educação, de seus muitos triunfos. Teria que aprender no deserto, o ofício de pastor de ovelhas, como devia preocupar-se com a desencaminhada, enfaixar à ovelha ferida, e conduzi-la aos melhores pastos.

Na atualidade há muitos juízes e poucos libertadores. O dedo ameaçador de muitos se abate implacável sobre as cabeças dos amado de Deus para lhes exigir dádivas, para lhes ameaçar com as penas do inferno se não forem fiéis a eles, se não responderem a suas expectativas particulares, se não agradarem seus desejos de grandeza. Há muitos juizes que querem fazer um nome; criar impérios religiosos, às custas dos singelos filhos de Deus; e então terá que exauri-los, atemorizá-los, e utilizá-los para seus fins egoístas.

O Senhor Jesus disse: "O Filho do Homem não veio para ser servido, mas sim para servir, e para dar sua vida em resgate de muitos". Ser servido, admirado, reverenciado e seguido não é a meta dos servos de Deus; mas sim servir a todos, para que todos recebam de Cristo a porção que necessitam. Ser canais através dos quais o amor de Cristo, a graça de Deus, e a comunhão do Espírito Santo se expressem e saciem todas suas necessidades, especialmente a da liberdade.

Livres do temor e da escravidão. Livres para Deus.

 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Interessante!!!

As Escrituras nunca foram produzidas por vontade de homem algum, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo (II Pedro 1.21). Em qualquer parte das Escrituras, nós podemos caminhar no engano da interpretação, ou ser guiado pelo Espírito em toda verdade. Ser guiados pela mesma Pessoa que inspirou às Escrituras.

Este é um dos ministérios do Espírito: ser um parácleto (João 14.16). O parácleto é semelhante aos mentores que haviam no passado, colocados para ensinar, aconselhar, e guiar os filhos dos nobres, desde o início até o fim de todo conhecimento. Esta é a maneira como supriam à falta de escolas.

Esta é uma figura bendita, porque não há escolas que possam ensinar as coisas de Deus. Isto só pode ser feito pelo parácleto de Deus, o Espírito Santo: "Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus" I Coríntios 2.10-12.

Há muitos estudiosos da bíblia; encontramos até homens com títulos de DD (Doutores em Divindade), mas sem o Espírito, ninguém poderá chegar ao pleno conhecimento da verdade: "Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade" II Timóteo 3.7.

Não há outro meio de se chegar ao conhecimento da verdade, senão pelo Espírito de Deus, a unção de Deus que permanece em nós: "E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis" I João 2.27.

A verdade não é um entendimento lógico de algo, que podemos reputar com as nossas mentes, mas o conhecimento de uma Pessoa: Cristo: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida..." João 14.6. Não são verdades, mas "a verdade". A verdade está em Jesus: "Mas vós não aprendestes assim a Cristo, se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus" Efésios 4.20-21.

O Espírito Santo é Deus (João 4.24), e ninguém pode conhecer plenamente a verdade, isto é, a Pessoa de Cristo, se não for guiado pelo Espírito de Deus em toda a verdade: "E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido" João 6.65. Amém.


(parte de um email)

 

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Marcando Presença!!!




Algumas fotos, pra não perder o costume.

Veja essa porção da Palavra de Deus.

De onde procedem guerras e contendas que há em vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne?
Cobiçais, e nada tendes; matais e invejais,  e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras. Nada tendes, porque não pedis; pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.
Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Ou supondes que em vão afirma a Escritura: É com ciúme que por nós anseia o Espírito, que ele fez habitar em nós?
Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graças aos humildes.

Tiago 4: 1-6

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Veja essa porção da Palavra de Deus!!!

Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave. (Efésios 5:1 e 2)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

A Restauração Começa Pela Vida. (mto bom)

As cartas de João, incluindo Apocalipse, estão relacionadas a esse tempo de anormalidade e degradação. Em 1 João ele se dirige a três grupos de pessoas na igreja: pais, jovens e filhinhos. Ele não se refere a presbíteros, diáconos e santos, pois nessa situação o mais importante não é posição, mas a vida. A restauração começa pela vida.

Vamos ilustrar isso da seguinte maneira. Quando um casal se desentende e, após alguns conflitos, se reconcilia, com certeza sua relação está abalada e sensível. Num momento assim, é evidente que a atitude mais errada seria enfatizarem as posições: “Para permanecermos juntos, deve ficar claro que eu sou o marido, e você tem de me obedecer”. Numa situação normal de casamento, não há problema em falar-se da posição de marido e mulher, mas, numa situação de restauração, a ênfase tem de ser a vida, o amor. Sim, o marido é o cabeça, e sabemos que a esposa deve se submeter a ele. Mas isso é uma situação normal. Quando a família está com problemas, lutando com dificuldades pela reconciliação, tem-se de começar pela realidade interior, não pela forma exterior. Se o marido amar a esposa, não precisará que ela o chame de cabeça, pois ela ira submeter-se espontaneamente.

O mesmo se aplica à Igreja. Logo no início, a vida foi como que derramada fora, esquecida, perdida, desprezada. Por isso, a restauração tem de começar pela vida. Antes de falar de presbíteros, diáconos e santos, temos de considerar a experiência de vida espiritual. Em relação à vida, há os que são amadurecidos como pais, outros são jovens e outros, filhinhos. Não são títulos nem posições, mas a manifestação da vida de cada um. Isso claramente nos mostra que, no tempo de desolação da Igreja, não devemos falar sobre posições, falar das coisas do átrio exterior, mas devemos restaurar a vida e o amor.

Irmãos e irmãs, por que nosso Senhor é o nosso cabeça? Porque na cruz Ele nos deu tudo; Ele amou a Igreja e se deu por ela. Por Seu amor ser tão profundo é que Sua autoridade é tão grande. Eu me submeto voluntariamente a Ele, pois quero ser escravo do Seu amor – isso é restauração! Que o Senhor tenha misericórdia de nós! Ao reconhecer que Seu testemunho está despedaçado, devemos nos arrepender diante Dele e confessar nossos pecados a fim de recomeçar servindo uns aos outros com amor e com vida. Então, veremos que Deus tem um caminho, pelo qual fará Sua obra de glória.

Você é da tribo de Levi? Você é da família de Arão? Se suas respostas forem afirmativas, então, numa situação normal, você pode servir a Deus e sustentar Seu testemunho. Mas, no período de desolação, como fica o testemunho de Deus? A responsabilidade dele cai sobre os ombros dos vencedores, os nazireus. Eles não têm a posição, não têm o título, mas têm o coração. E Deus lhes dá a responsabilidade.

 

(O Duplo Chamamento – Pgs. 222 a 224 – Christian Chen – Editora dos Clássicos)