quarta-feira, 31 de março de 2010

Tem algo que lhe perturba? Leia isso...

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.

(Filipenses 4:6-7)

 

Nenhuma preocupação, e sim toda oração. Nenhuma ansiedade, e sim muita comunhão agradável com Deus. Lance todos os seus desejos sobre o Senhor de sua vida, o Guardião de sua alma. Dirija-se ao Senhor com duas porções de oração e uma de louvor fragrante. Não ore com dúvidas, mas com gratidão. Pense que você tem suas petições e agradeça o Senhor por sua graça. Ele lhe está concedendo graça; portanto, expresse-Lhe sua gratidão. Não esconda nada. Não permita que nenhuma necessidade permaneça causando sofrimento em seu íntimo. Torne conhecidas, diante de Deus, as suas petições. Não recorra ao homem. Busque apenas o seu Deus, o Pai do Senhor Jesus, que em Cristo ama você.

Isso lhe trará a própria Paz de Deus. Você não será capaz de entender a Paz que desfrutará. Ela o envolverá em seu infinito alcance. Sua mente e seu coração, por meio de Jesus Cristo, serão mergulhados no mar de descanso. Quer venha a morte, a vida, a pobreza, a angústia ou o escárnio, em Jesus você habitará acima de todos os ventos de perturbação e de todas as nuvens de aflição. Você obedecerá este precioso mandamento? Sim, Senhor, eu creio realmente em Ti; mas suplico que me ajudes em minha incredulidade!

 

C. H. Spurgeon

terça-feira, 30 de março de 2010

Veja o segredo...

Ora, pois, sê forte, Zorobabel, diz o SENHOR, e sê forte, Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e tu, todo o povo da terra, sê forte, diz o SENHOR, e trabalhai, porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos; 
(Ageu 2:4)

sexta-feira, 26 de março de 2010

Leia devagar, diante do Senhor, e seu dia será diferente!!!

1  Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome.

2  Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.

3  Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades;

4  quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia;

5  quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

6  O SENHOR faz justiça e julga a todos os oprimidos.

7  Manifestou os seus caminhos a Moisés e os seus feitos aos filhos de Israel.

8  O SENHOR é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno.

9  Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira.

10  Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniqüidades.

11  Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem.

12  Quanto dista o Oriente do Ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.

13  Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem.

14  Pois ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó.

15  Quanto ao homem, os seus dias são como a relva; como a flor do campo, assim ele floresce;

16  pois, soprando nela o vento, desaparece; e não conhecerá, daí em diante, o seu lugar.

17  Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos,

18  para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem.

19  Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo.

20  Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, valorosos em poder, que executais as suas ordens e lhe obedeceis à palavra.

21  Bendizei ao SENHOR, todos os seus exércitos, vós, ministros seus, que fazeis a sua vontade.

22  Bendizei ao SENHOR, vós, todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR. 

(Salmo 103)

quarta-feira, 17 de março de 2010

Tá vivendo um momento difícil? Leia isso!!!

Acaso, para o SENHOR há coisa demasiadamente difícil?   (Gênesis 18:14a)

terça-feira, 9 de março de 2010

PRAZER NAS FRAQUEZAS


 

"Por isso sinto prazer nas fraquezas...".

II Coríntios 12.10.

 

É-nos ensinado desde pequenos que temos que ser fortes e valorosos. Na escola, nossos pais aspiram que nos destaquemos, que sejamos os primeiros. Quando participamos de algum desporto, temos que ser os melhores, o que recebe a medalha de ouro.

Depois quando levados para a igreja também somos estimulados a sermos grandes, homens e mulheres destacadas. Somos criados desde pequenos para sermos soberbos diante dos homens e de Deus.

O Senhor caminha ao inverso do mundo. Ele nos ensina que somos pó, fracos, e carentes da Sua Glória: "Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó. Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce. Passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido" Salmos 103.14-16.

Vivemos com o conceito que devemos ser fortes, mas Deus nos humilha para mostrar a nossa real situação de fraqueza. Somos menos que nada: "Eis que sois menos do que nada..." Isaías 41.24. Somos como a fumaça que logo se desvanece. Tudo aquilo que nos leva a uma gloria humana não é de Deus, mas maligna:"... toda a glória tal como esta é maligna" (Tiago 4.14-16).

Temos dito ao Senhor que nada podemos e que tudo esperamos dEle? Sentimos prazer nas nossas fraquezas? Alegramos-nos em ser fracos, em não podermos nada, nem mesmo pensar alguma coisa? Se esta não tem sido a nossa atitude diante de Deus, é porque ainda temos muita soberba, e Deus irá nos resistir:"Assim diz o Senhor Deus: Tira o diadema, e remove a coroa; esta não será a mesma; exalta ao humilde, e humilha ao soberbo" Ezequiel 21.26.

Jesus, diz neste texto de II Coríntios 12, no verso 9, que a "Sua Graça nos basta". Deus não quer que sejamos fortes, nem capazes, nem sábios, porque estaríamos nos ensoberbecendo. Deus quer que esperemos inteiramente na graça que se nos oferece na revelação de Jesus Cristo (I Pedro 1.13). Se Deus quisesse pessoas fortes e sábias, Ele não teria escolhido as fracas (I Coríntios 1.26-29).

Ao invés de apresentarmos a Deus nossas habilidades, nossas capacidades, nossos diplomas, devemos sentir prazer nas nossas fraquezas. Confessar a Ele as nossas fraquezas, e incapacidades em qualquer área. Quando começarmos a fazer isso, começaremos a gozar da Sua Força, da Sua Capacidade, do Seu Poder, isto é, da Sua Graça, daquele que tem todo o poder nos céus e na terra: Jesus. Porque quando somos fracos, aí é que somos fortes.

Não tenha receio de sentir prazer nas suas fraquezas; não tente escondê-las porque Deus já as conhece. Quando queremos mostrar o que não somos é que Deus se entristece. Para Ele é exaltação. Sinta prazer nas suas fraquezas e Deus terá prazer em te sustentar com a Sua Graça, com o Seu Poder, e com a Sua Justiça em Cristo: "Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça" Isaías 41.10.

"No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder" Efésios 6.10.  (via email...)

terça-feira, 2 de março de 2010

RESTAURAÇÃO PESSOAL


 

"O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo...".

Atos 3.21

 

Temos ouvido com intensidade nesses dias sobre a restauração do testemunho do Senhor e de todas as coisas como nos diz o texto acima. Com toda a certeza ela irá se cumprir, pois para isto o céu recebeu o nosso Senhor Jesus, até que se cumpra o que por Deus foi dito pela boca dos santos profetas desde o princípio.

Ela se cumprirá, porque foi Deus quem disse, mas a restauração compreende todas as coisas, até a nossa pessoalmente. Jesus iniciou esta obra na cruz do calvário, onde se tornou o último Adão, crucificando juntamente com Ele o nosso velho homem (Rom. 6.6). Perdoou os nossos pecados pelo seu sangue e nos ressuscitou juntamente com Ele, fazendo-nos nascer de novo para uma viva esperança (Efésios 2.5-6; I Pedro 1.3).

Fazendo um paralelo, podemos notar que a nossa restauração pessoal acompanha a restauração desde o tempo da reforma que iniciou por Martin Lutero até os dias de hoje. Primeiramente a justificação pela fé. Esta obra de restauração, consumada por Cristo naquela cruz começa em nós pela justificação pela fé: "...justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça" Romanos 5.1-2.

Após Lutero vemos João Calvino, o qual fez à Igreja de nosso Senhor retornar novamente a visão teocêntrica e cristocêntrica. É necessário que a nossa visão seja mudada do homem para Deus. É necessário compreendermos que tudo provém de Deus, do nosso Pai celestial. Desde o ouvir e aprender, até a fé para ir a Cristo e nascer de Deus: "Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim" João 6.44-45.

Depois de João Calvino, a partir de meados do século XIX vemos o clamor da Igreja buscando um avivamento pessoal para uma vida santa. E a igreja foi despertada para a santificação pela fé. A justificação pela fé leva-nos a regeneração e a santificação pela fé a uma transformação, uma renovação pelo Espírito Santo: "Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor." Romanos 6.11.

No final do século XIX e início do século XX, sem citar nomes, vemos o Espírito do nosso Deus, porque assim é, restaurando o testemunho à Igreja da glorificação pela fé. Revelando que a obra do nosso Senhor além de uma glória pessoal, traz também uma glória coletiva. Fomos justificados, santificados e glorificados em nosso Senhor Jesus Cristo naquela cruz, e agora, de fé em fé, tem nos sido revelada a justiça de Deus através do evangelho.

A justificação pela fé nos traz regeneração, a santificação transformação e a glorificação pela fé nos traz transfiguração: "Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor" II Coríntios 3.18. Esta é a salvação completa a qual o Senhor realizou naquela cruz, que compreende o nosso espírito, alma e corpo.

A glorificação pela fé culmina a nossa glorificação pessoal com a glorificação coletiva. Cristo em nós é a esperança da glória, mas a glória que nos foi dada é para que sejamos um: " E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um" João 17.22.

Completando assim, para este tempo presente, coletivamente a restauração que tem sido revelada à Igreja: a glorificação pela fé. Sermos robustecidos com poder no homem interior, e que Cristo habite pela fé nos nossos corações, para que possamos compreender com todos os santos qual é a largura, e o comprimento e a altura e a profundidade, até que sejamos cheios, até a inteira plenitude de Deus; ao estado de homem feito, à medida da estatura completa de Cristo (Efésios 3.16-19; 4.13).

Se a restauração do testemunho do Senhor através da Igreja não tem sido uma realidade em nós é necessário revê-la pessoalmente. Talvez teremos que retornar a justificação pela fé, e a partir daí, a nossa visão seja santificada e passe a se tornar teocêntrica e cristocêntrica. Que avancemos em nossa caminhada e que alcancemos pela fé a renovação pelo Espírito Santo, para uma vida verdadeiramente liberta do pecado e feitos servos da justiça; e assim, pela obra consumada do Senhor por nós naquela cruz, podermos servi-lo sem temor, em santidade e justiça todos os dias da nossa vida (Lucas 1.74-75).

A glorificação pela fé, o viver pela fé e em amor crescermos como Igreja, só será possível se a nossa restauração pessoal for uma realidade no que diz respeito a justificação e santificação pela fé. (via email...)