segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Como Agradar ao Senhor. (texto muito prático)

Certa vez um irmão, ao perceber o significado do batismo nas Escrituras, desejou ser imerso. Mas seu pai não aprovou a decisão. O filho, então, experimentou uma grande luta interior. Seu dilema era que, se fosse imerso, magoaria o coração do pai; mas, se não fosse imerso, seria desleal à palavra do Senhor. Enquanto debatia em seu coração sobre o assunto, foi-lhe dada uma palavra pelo Senhor: "Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim" (Mateus 10.37). Aqui encontrou-se com o assunto do preço. Agradaria ao Senhor ou a seus pais? Graças a Deus, que o amor de Cristo o capturou de modo tal que finalmente foi batizado por imersão. A história deste irmão ilustra algo crítico: se desejar agradar ao Senhor, deve ser completamente obediente à verdade do Senhor. Tivesse Paulo em seus dias contemporizado, um pouquinho que fosse, com os crentes gálatas e não tivesse tomado a verdade com a seriedade que lhe é devida ou tivesse ele proferido palavras ambíguas, teria recebido o bem-vindo e a amizade dos gálatas. Mas ele já havia contado seu preço. Acontecesse o que acontecesse, ele não podia agradar os homens, mas sim a Deus; doutra forma, não podia ser servo do Senhor. Ele preferiria ser tomado como inimigo deles a não dizer a verdade. "Compra a verdade, e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução, e o entendimento" (Provérbios 23.23). A verdade precisa ser comprada: requer o pagamento de um preço. Se deseja agradar ao Senhor e ficar do lado da verdade, você terá de pagar o preço. Se vir a verdade claramente, deve obedecer-lhe até o fim. Quão triste é que, por amor ao agradar aos homens e não estarem dispostos a pagar o preço, muitos cristãos têm feito desvios concernentes à verdade. Porém a verdade só pode ser comprada; nunca está em liquidação. A verdade não permite nenhuma mudança. É como a coluna de uma casa (comparar com Apocalipse 3.12). A coluna não é como uma janela ou uma porta que podem ser alteradas no tamanho e dimensão. É imóvel; não pode ser esticada ou encurtada à vontade. Em outras palavras, a verdade é absolutamente imutável. No caso de não sermos capazes de pagar o preço e de obedecermos a alguma verdade, então julguemos a nós mesmos confessando nossas fraquezas. Não podemos rebaixar a verdade por causa de nossa incapacidade de cumpri-la ou porque nos afetará demasiadamente. Doutra forma, incorreremos em conseqüências sérias perante Deus. Ora, já vimos pelas Escrituras que todos os filhos de Deus são seus servos. Além disso, a palavra do Filho de Deus informa-nos que o servo não é maior que seu Senhor (João 15.20). A estrada que nosso Senhor palmilhou na terra é a estrada que também devemos palmilhar. O que ele recebeu na terra deve também ser o que receberemos. Se confessarmos-nos servos do Senhor, deveremos ter como atitude fundamental o querer agradar ao Senhor. Se este assunto não for resolvido, mais cedo ou mais tarde desistiremos do curso que nos foi proposto. Pessoas incontáveis têm-se desviado deste caminho porque amaram mais a glória dos homens que a glória de Deus. Oh, quão profundamente arraigado em nós está este assunto da glória dos homens. Somente depois de muito lidar e muito aprender pode ele ser removido da medula de nossas almas. Desde o dia que o homem comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, a glória dos homens tornou-se um problema básico na alma do homem. Cada um de nós tem seu próprio trono, e esse trono é construído sobre a glória dos homens. Mas se desejamos ser servos fiéis do Senhor, devemos descer de nossos tronos. Doutra forma, não seremos capazes de servir a nosso Senhor. Hebreus 12.2 nos diz que nosso Senhor Jesus suportou a cruz, desprezando a vergonha. Ele de boa vontade escolheu a cruz. E a cruz não é somente a morte, é também vergonha. Se você já foi realmente quebrantado pela cruz, haverá para você uma experiência clara de ter desprezado a vergonha. O fracasso de muitos cristãos é causado pelo medo da vergonha. Por causa do amor à glória dos homens não estão dispostos a deixar seus próprios tronos.

 

Não pense que nascemos com humildade e gentileza. Não compreendemos quão orgulhosos somos. Quem sabe o quanto a graça de Deus precisa operar em nós antes de descermos de nossos tronos e sermos libertos do engodo da glória dos homens! Possa Deus ser-nos gracioso e dar-nos um coração que agrade ao Senhor e que por sua graça possamos ser servos fiéis. Que possamos antecipar aquele dia quando todos nós daremos contas no julgamento de Cristo e que possamos ouvi-lo dizer: "Muito bem, servo bom e fiel" (Mateus 25.21).

 (W.N.)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Descansando com minhas Princesas!




Nada como alguns dias sem celular e internet!!! Foi mto bom curtir minhas amadas. Divido com você esse momento gostoso.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

DÍZIMOS. (É IMPORTANTE LER ATÉ O FIM)

A VERDADE SOBRE OS DÍZIMOS

 

OBSERVAÇÃO: Sugerimos aos amados em Cristo, a ler o texto até o fim, preferencialmente acompanhado da sua Bíblia, para que tenham fundamento bíblico para formar uma opinião.

O que é dízimo?  Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da "igreja".  Mas, será que Deus ainda exige que pratiquemos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois do sacrifício do Senhor Jesus para remir o homem do pecado? Vamos conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado dízimo, o qual está sendo levado aos fieis de forma desvirtuada, por muitos pregadores.  

Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos dicionários da língua portuguesa, sobre o nosso assunto:              

            Dízimo: A décima parte.

            Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.

Como podemos observar, dízimo é a décima parte (de qualquer coisa) menos dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se dízima. Porque então os pregadores pedem dízimo? A confusão começa por aí, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Hebreus 7.12,18,19), o dízimo nunca foi dinheiro para os cofres das igrejas.

Os dízimos aos levitas eram dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e da procriação de animais que nasciam no campo em um determinado período. Resumindo: O dízimo era alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:   

Deuteronômio 14.24-27: E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo. 

Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, Ele instruiu, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (observe que não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus.   

Portando amados, se o dízimo fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.

O dízimo na lei de Moisés nunca foi oferecido da forma como está sendo feito hoje, porque   o dízimo foi destinado para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje, não há mais a personagem representativa do levita entre nós.

Porem, alguém poderá apontar para Malaquias 3.10 tentando justificar que fora ordenado ao dízimo, ser levado para casa do tesouro. No entanto se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5-12 e Neemias 12.44-47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar o dízimo a casa do tesouro. Disse o Senhor: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento? 

Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc.  Leia o estudo  A REVELAÇÃO DO CAPÍTULO 3 DE MALAQUIAS  para discernimento espiritual sobre a Palavra do Senhor texto.            

Ainda em II Crônicas 31.13-19, a lei menciona que o dízimo era partilhado às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. 

Hoje o dízimo está sendo direcionado para o líder ou para o dono da igreja, como também a cúpula de organizações religiosas, onde ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não foi criado para assalariar o dirigente da igreja ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco para realizar obras missionárias ou para construir templos.

OS DÍZIMOS ANTES DA LEI

O DÍZIMO DE ABRAÃO - Gênesis 14.18-20: Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.

O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22: Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo  dizimar tudo quanto ganhasse, se em sua jornada fosse por Ele protegido e abençoado.          

Em ambos acontecimentos, não há registro na palavra que tenha havido ordenanças para que se dizimassem. Especificamente nesses casos, os dízimos foram oferecidos de forma voluntária, espontânea, ou por voto, em retribuição e agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas.

Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-los como regra geral de doutrina na igreja, com o propósito de receber bênçãos e salvação, em nome de uma lei que fora por Cristo abolida.

O DÍZIMO PELA LEI

Números 18.21-26: O pagamento do dízimo foi ordenado pela lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.

Deuteronômio 14.29: Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.

Está na palavra, o dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de caridade aos necessitados, hoje é empregado para outros fins, diverso daquele que o Senhor ordenou.

Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem todo tributo dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, é individual e intransferível, é uma obra entre você e o Senhor teu Deus (Mateus 6.1-4).   

Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24) com a finalidade de manter os filhos de Levi que administravam o ministério nas tendas das congregações, os quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), o Senhor declarou que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.

Como também fora ordenado as demais tribos de Israel, que dizimassem aos Levitas, o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam nenhuma herdade. Hoje, a situação está a revés da Palavra, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar, e em abundância de bens.

O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO

No Evangelho de Marcos 16. 15, 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.

Observem que o Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Esse foi o propósito do Senhor ao oferecer o seu sangue em sacrifício vivo. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento?  Porque então o homem persiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo, abolidas? Pregar a velha aliança é exumar uma lei sucumbida e mutilar o Evangelho de Cristo, sobrecarregando as ovelhas do pesado fardo que Cristo levou sobre si.   

No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar,   a jejuar (Mateus 6.1 a 18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém  nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aosdízimos,  foi com censura. Vejamos:

Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé;deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.  

Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimássemos, porque Ele disse: Deveis fazer estas coisas. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra do Mestre:

Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4). Portanto, viveu Jesus na tutela da lei de Moisés, reconhecendo-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade  de cumprir a lei. Vejamos:

Mateus 5.17,18: Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.

E verdadeiramente Ele cumpriu a lei.  Foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos  (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1...), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.

Porém, quando Cristo rendeu o seu espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo,  então passamos a viver pela graça do Senhor Jesus,  encerrando-se ali, toda  ordenança da lei de Moisés, sendo  introduzido o Novo Testamento, o Evangelho da salvação do Senhor Jesus Cristo.

O que precisamos entender de vez por todas, que Cristo não veio a ensinar os Judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele disse: Um novo mandamento vos dou (João 13.34)e, se a justiça provem da lei,  segue-se que Cristo morreu em vão (Gálatas 2.21).

Em Mateus 5.20 disse Jesus à multidão e aos seus discípulos: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos  céus.

Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos)  que cumprissem a lei de Moisés, lei que  ordenava o dízimo. Nós porém,  para herdarmos  o reino dos céus, não podemos de forma alguma voltar no ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, com hipocrisia, mas  precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida.   O amor, a graça e a paz do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.  

A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se ao dízimo, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9 a 14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem  religioso, que jejuava duas vezes  por semana e dizia  ser  dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo  e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor.  

Isso acontece hoje exatamente da mesma forma, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta  narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo exemplificou  que no Evangelho não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.

A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS

Hebreus 7.5: E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.

Observe, a palavra afirma que Moisés deu uma lei ao seu povo, a qual é direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações, os quais têm ordem segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11:

Hebreus 7.11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).

Hebreus 7.12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.

Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7.5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade do Senhor enviar outro Sacerdote? A palavra não deixa sombra de dúvida que não só o dízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente se faz mudança na Lei.

Se hoje, usarmos essa lei que fora direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio do Senhor Deus e aplicada ao povo, ela torna-se ilegítima, porque os “pastores” de hoje não são sacerdotes levitas, e Jesus afirmou que a lei e os profetas duraram até João (Lucas 16.16), e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz mudança na lei (Hebreus 7.12).

Portanto, apenas esses três versículos (5,11,12) do capítulo 7 da carta aos Hebreus, seria suficiente para entendermos a abolição de toda lei, e não falarmos mais em obras mortas como dízimo na era da Graça do Senhor Jesus. 

AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM 

A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo dos fieis, vem incidir sobre o versículo 8 do Capítulo 7 da Carta aos Hebreus, observem o porquê:   

Hebreus 7.8: Aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.  

Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque).

No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.  O Senhor Jesus Cristo afirma que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimo homens que morrem, no que está legitimado no   Evangelho de João 11.26,onde disse Jesus: Todo aquele que  vive, e crê em mim, nunca morrerá.  Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender que, os que tomam o dízimo não crêem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrem os que assim procedem, tomando o dízimo do povo, voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.  Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento.  

Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia.  Estar sem a graça de Deus, é estar morto.  Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo. Pois a palavra afirma que nenhuma alma será justificada diante d’Ele pelas obras da lei (Romanos 3.20,28 – Gálatas 2.16).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

No Evangelho de Cristo, não há ordenança para se tomar o dízimo ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria. Para o mancebo rico Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21);  e quando  Zaqueu lhe disse que daria até a metade de seus bens aos pobres, Ele não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9), disse apenas: Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa.

Muitos saem em defesa do dízimo afirmando: Mas o Dízimo é bíblico (Número 18.21 a 26). Certamente,  como também  é bíblico: A circuncisão (Gênesis 17.23 a 27),  o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8-13), a santificação do sábado (Levíticos 23.3), o apedrejar  adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. É bíblico, mas pela ordenança da lei que Moisés introduziu ao povo.

Então porque hoje não cumprem a lei na sua totalidade, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque  é a garantia  de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das denominações.  

O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é uma grande divisão existente na Palavra, separando a Velha Aliança do Novo Mandamento do Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação (I Coríntios  15.1, 2).   Porém hoje, qualquer esforço para voltar a lei de Moisés  que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício  do  cordeiro   de  Deus   e  reconstruir o  muro por Ele derrubado (Efésios   2.13 a 15).

Apocalipse 5.9: Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações.

Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou o mais alto preço, com o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens (I Coríntios 7.23).

O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias: Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com essa pesada carga tributária.

Outra presunção vem por parte dos que são beneficiados pelos dízimos, esses incorrem no erro pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça e a verdade do Senhor Jesus Cristo, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente na desobediência à palavra do Senhor.

Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida pela aspersão do seu sangue na cruz do Calvário:  (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios  2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus  7.12,18, 19).  

Gálatas 5.14: Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo.

(retirado de um site cristão)

 

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A IGREJA E A BABILÔNIA


 

 

  

São muitos os textos das Escrituras que falam sobre a Babilônia. Ela sempre esteve em competição com a Igreja de nosso Senhor, desde Gênesis (Cap. 11) até Apocalipse (Cap. 18). Mas as Escrituras falam de duas Babilônias, a que é física e visível, e a espiritual.

A Babilônia sempre abrigou todo tipo de iniqüidade, de prostituição. O grande problema talvez para muitos cristãos não seja a Babilônia física - para alguns sim -, mas a espiritual.

A Babilônia espiritual é a mãe das prostituições da terra. Ela durante séculos tem sido cova profunda e poço estreito para os cristãos. Como salteador ela fica a espreita e multiplicam entre os homens os prevaricadores, os adúlteros, os que desobedecem (Prov. 23.28-29). A Babilônia espiritual arrebata o coração dos inocentes, e os prende em suas prostituições, naquilo para o que não foi criado e chamado.

A Babilônia espiritual é sensual. Torna os homens presos às coisas visíveis, à sua beleza: sinais e maravilhas. Os seus perfumes são sedutores e anda a caça da alma preciosa (Prov. 6.26). A sua voz é meiga, encantadora, soa amorosa. Exalta o EU, as obras, a glória humana. A Babilônia espiritual não é visível, está arraigada aos corações, tornando-o uma presa sua, por meio de tradições, sutilezas, rudimentos do mundo e não segundo Cristo (Col. 2.8).

O Senhor nos adverte: "Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne" I Coríntios 6.15-16. (Paulo neste texto não fala de prostituição física, mas espiritual. Membros de Cristo e membros de uma meretriz. Um só corpo com ela e não com Cristo).

Não pense que por você não estar na Babilônia visível você está livre das seduções da Babilônia espiritual! A Babilônia e as suas prostituições estão arraigadas na grande maioria dos cristãos. Como se livrar de tais laços de morte (Prov. 7.9-22)? O Senhor nos diz: "Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos" Provérbios 23.26.

Somente primeiramente vendo o seu caminho, e depois estando no seu caminho é que podemos estar livres: "...e, quando o ouviram Priscila e Áqüila, o levaram consigo e lhe declararam mais precisamente o caminho de Deus" Atos 18.26.

A Igreja do Senhor Jesus é o livramento. Não a que é visível. Muito do que é chamado de igreja nada mais é do que pura Babilônia espiritual, cheio das suas prostituições. A Igreja do Senhor é livre. Não é um monte palpável, visível, mas que o adora em espírito e em verdade.

Não é algo que é palpável, até aceso em fogo como era o monte, com sonidos de trombetas, e à voz das palavras, a qual os que a ouviram rogaram que não se lhes falasse mais. O que é palpável tem certa glória, pois até o rosto de Moisés resplandecia, mas era uma glória transitória (Heb. 12.18-21).

Babilônia espiritual e física tem uma glória transitória. Ainda que seja Deus que tenha se manifestado sobre ela, é transitória, se desvanecerá. Ficará esquecida pela eternidade; nunca mais se lembrarão dela. Mas a Igreja, à Universal Assembléia, aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e principalmente a Deus e a Jesus, cabeça dela, tem a glória que o Senhor lhe deu (João 17.22). É uma glória inextinguível, não se desvanecerá pela eternidade (II Coríntios 3.10).

É, e será uma glória eterna. As nações andarão à sua luz, e os reis da terra trarão para ela a sua glória (Apoc. 21.24). A glória se verá sobre ela. Será uma coroa de adorno e um diadema real na mão do Senhor. Nunca mais será chamada desamparada, mas será chamada de sua esposa, o seu prazer (Isaías 60.3; 62.2-4). Que glória. De glória em glória. Aleluia!

Mas a libertação da Babilônia, seja espiritual ou física, e estar no caminho só é possível por Cristo. Os bem-aventurados são aqueles que vêem e aqueles que ouvem (Mat. 13.16). Não uma dita visão da Igreja, mas os que vêem o Senhor. Não há visão da Igreja sem ver o Senhor, sem que o Senhor viva e se manifeste em nós. A Igreja é o próprio Senhor.

Aqueles os quais os seus olhos estão fixos em Jesus, autor e consumador da fé (Heb. 12.2). Um verdadeiro testemunho pela fé. Andando por fé e não por vista, nas obras que foram preparadas de antemão (Ef. 2.10).

Os ouvidos que ouvem, ouvem o que o Espírito diz à Igreja; aquilo que o Espírito recebe da cabeça (João 16.13). Visão no coração, Vida, realidade. Não somente ouvintes esquecidos, mas executores da obra. Crescendo na graça e no conhecimento dEle com todos os santos, e andando com prudência, edificando sobre a rocha (Mateus 7.24).

O que em nós não é uma realidade da Vida do Senhor Jesus, é Babilônia. A Igreja é a Sua glória, o Seu caminho de glória; a Babilônia, a grande como é chamada, é o seu nojo. Procede da terra, não foi lavada quando nasceu, nem nunca purificada. Ninguém se apiedará dela naquele dia (Ezequiel 16).

Amados irmãos, ofereçamos os nossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Que as nossas mentes sejam transformadas e experimentemos qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Demos o nosso coração ao Senhor, e que Ele nos faça andar em seu caminho, porque ainda estamos em muitas coisas ligadas à grande prostituta espiritual e muitos até fisicamente. Que o Senhor tenha misericórdia de nós, e da nossa geração. Mas há aqueles que não se contaminaram, e que andam de branco. Amém. (recebi via email...)

sábado, 27 de novembro de 2010

AS IGREJAS DEVEM ESTAR DEBAIXO DE UM ÚNICO MINISTÉRIO?



Vejamos o que o irmão Watchman Nee escreveu:                                      

"Gravemos em nosso coração que nossa obra visa ao nosso ministério, e nosso ministério visa às igrejas. Nenhuma igreja deve submeter-se a um ministério específico, mas todos os ministérios devem submeter-se à igreja. Que devastação tem sido causada na Igreja pelo fato de que seus ministros têm buscado conduzir as igrejas para debaixo do ministério deles, em vez de, pelo ministério deles, servir as igrejas. Assim que são conduzidas para debaixo de algum ministério, as igrejas cessam de ser locais e passam a ser facciosas (...) Se o Senhor tardar a Sua vinda, e Seus servos permanecerem fiéis a Ele, Ele certamente levantará novos ministérios na Palavra." (p. 151-152)               

E mais:                                                                                  

"Nas Escrituras, os obreiros formavam grupos, mas isso não implica que todos os apóstolos juntavam-se num só grupo e punham tudo sob um só controle central. Embora Paulo tivesse os que o acompanhavam, e Pedro tivesse seus companheiros, eles compreendiam somente alguns apóstolos, e não todos. A Palavra de Deus não nos mostra que todos os apóstolos deveriam formar um só grupo. (...) A explicação é esta: Deus não deseja que o poder da organização substitua o poder do Espírito Santo." (p. 168-169)

E por fim:                                                                                            

"Uma questão surge naturalmente: Como devem cooperar os obreiros e as associações da obra? A um grupo, Deus dá um tipo de ministério, e a outro, uma forma totalmente diferente de ministério". (p. 171)

Extraído do livro "A Vida Cristã Normal da Igreja", de Watchman Nee, edição de 2003.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Humildade faz bem...

Um pastor subiu ao púlpito para ministrar seu sermão, bem vestido, nariz empinado e pensando arrebatar a multidão com o que havia sido previamente preparado. Depois de meia hora encerrou o seu falar. Percebeu que não tinha sido feliz no que havia pregado. Cabisbaixo, um pouco curvado, desceu bastante abatido. Ao lado do púlpito comentou com o porteiro que não havia surtido efeito junto aos ouvintes, o que havia falado. Num repente o porteiro lhe afirmou, com toda a simplicidade possível: "pastor, se o senhor tivesse subido ao púlpito com a humildade que desceu, teria sido diferente o seu falar". 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Uma boa pergunta...


Como Está Seu Coração?


As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e reden­tor meu! (Salmo 19:14).

E, tendo tirado a este, levantou-lhes o rei Davi, do qual também, dando testemunho, disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade. Da descendência deste, conforme a promessa, trouxe Deus a Israel o Salvador, que é Jesus (Atos 13:22, 23).

Primeiro

Temos aqui duas passagens relacionadas com Davi. Salmo 19:14 é sua oração e Atos 13:22, 23 fala dele como homem. Em sua oração Davi menciona as palavras de sua boca e o meditar de seu coração. Procura fazer com que seus pensa­mentos íntimos e suas palavras externas sejam aceitáveis a Deus; pois as palavras da boca são a expressão do pensamento. Donde se depreende que o principal problema é o coração. A questão central não é se as palavras estejam corretas ou não, nem é também a correção da atitude externa. O problema verdadeiro jaz na intenção do coração. O pensamento e a intenção do coração é a questão que não deve ser negligenciada. Por este motivo Davi ora para que o meditar de seu coração seja aceitável a Deus assim como as palavras de sua boca. Sua oração é que Deus aceite seu desejo interior. Daí Paulo testificar ser Davi um homem segundo o coração de Deus (Atos 13).

Que tipo de pessoa é o homem segundo o coração de Deus? É aquele que permite que Deus lhe toque o coração. Se a pessoa não permitir que Deus lhe toque o coração, mui dificilmente será um homem segundo o coração de Deus. Muitos cristãos têm a tendência de perguntar: Não estou agindo corretamente ao fazer isto ou aquilo? Não é direito falar isto? Minha expressão não está correta? Entretanto a questão essencial não está no seu falar ou expressar a coisa certa ou não, mas na raiz do seu falar, expressar ou agir. Embora a pessoa externamente seja correta, ainda pode ter problemas com o coração. O interesse de Deus e seu toque estão relacionados com o coração do homem. É por este motivo que ele permite que muitas coisas aconteçam na vida de seus filhos. Ele usa estas coisas para tocar o seu coração e revelar o que aí se encontra.

Segundo

Observamos na Bíblia, que Davi viaja na vida pelo caminho da cruz, e a vida que ele vive é a vida da cruz. O Novo Testamento inicia com duas pessoas: uma é Abraão e a outra, Davi (veja Mateus 1:1, 3, 6). Isto é porque dois homens trouxeram o Senhor Jesus. Trouxeram Deus dos céus à terra. Deus precisa encontrar pessoas como estas antes de achar um meio de vir dos céus à terra.

Sabemos que Abraão é o pai da fé. Por toda a vida trilhou no caminho da fé. Somente este caminho pode trazer Deus à terra. Por outro lado, Davi andou na vida pelo caminho da cruz. Sua vida é uma vida de cruz. Ele não somente traz Deus aos homens, mas também faz com que Deus dirija os homens.

Se você vive pela fé, tem a maneira de trazer Deus ao meio dos homens; se você vive na cruz fará com que Deus reine sobre os homens. Se os filhos de Deus estivessem mais dispostos a seguir o caminho da cruz e a levar a cruz, Deus, sem dúvida, teria mais domínio sobre os ho­mens. A menos que você viva a vida de cruz, Deus não poderá reinar sobre você. A feição especial da vida de Davi pode ser vista em seu trilhar na estrada da cruz.

Terceiro

O que Davi encontrou na vida foi um pouco estranho, mas todos esses acontecimentos reve­laram o estado de seu coração. Primeiro, Davi era desprezado por sua própria família. Quando Deus enviou Samuel a ungir um dos filhos de Jessé rei sobre Israel, Jessé mandou chamar os seus filhos mas negligenciou em chamar Davi. Entretanto o coração deste jovem era correto, pois não perdeu o relacionamento adequado por causa de tal negligência. Deus disse a Samuel: "O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração" (1 Samuel 16:7b). O coração de Davi era aceitável a Deus, de modo que foi escolhido e usado por ele.

Depois de matar a Golias, Deus o colocou numa situação peculiar, pois as mulheres de Israel cantaram: "Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares" (18:7b). Com respeito a estas duas cláusulas, veremos que uma tinha o propósito de testar a Davi e a outra era para provar Saul. Diz-se em Provérbios 27 que "o homem é provado pelos louvores que recebe" (v. 21).

Quando as pessoas o elogiam demais, observe atentamente a fim de ver se você fica orgulhoso; ou quando os elogios são menos do que você merece, fica magoado? Que efeito teve as declarações das mulheres israelitas no coração de Davi e de Saul? Davi não deixou-se impressionar pela aclamação: "Davi feriu os seus dez milhares"; Saul, entretanto, indignou-se muito com a declaração de ter morto somente os seus milhares. É óbvio que o coração ciumen­to de Saul muito sofreu (1 Samuel 18:6-19).

Suponhamos que você e outro irmão façam alguma coisa juntos. Qual será sua reação se alguém lhe disser que o outro irmão fez um excelente trabalho e não mencionar o seu nome? Você, no mínimo, sentir-se-á magoado e um tanto triste. Esse incômodo e tristeza provam que você não está totalmente limpo. 

Você não confessa a si mesmo repetidamente que fez tal coisa para Deus e não para o homem? No entanto o louvor que a outra pessoa recebeu sacode-lhe o coração e expõe a sujeira interior. Compreendamos que muitas das situações em que nos encontramos — especialmente as atitu­des dos que estão ao nosso redor — provam o nosso coração. Depois de matar Golias, Davi tornou-se o herói de Israel, e então foi persegui­do por Saul. Durante este longo período de provação ele submeteu-se à mão de Deus e não ousou fazer nada a fim de contornar a situação Assim evidenciam-se a pureza e a retidão do coração de Davi.

Depois de se tornar rei, Davi enfrentou sérias tribulações por causa de seu grande fracasso Seu próprio filho procurou tirar-lhe a vida e Simei amaldiçoando-o jogava-lhe pedras. Qual foi a reação de Davi para com Simei? Novamen­te, seu coração era claro como cristal. Disse Davi "pois se o SENHOR lhe disse: Amaldiçoa a Davi" (veja 2 Samuel 16:5-12). Ele esperava na misericórdia de Deus. Oh, que não pensemos que tudo o que acontece em nossa vida seja para nossa perda. Por um lado, é bem verdade que se nosso coração não estiver certo sofreremos perda; mas por outro lado, se nosso coração estiver certo, seremos grandemente beneficia­dos, pois todas estas circunstâncias têm o objeti­vo de revelar o que nos vai no coração. A verdadeira condição do coração de Davi é revela­da mediante as provações de uma vida vivida na cruz.

Quarto

Os filhos de Deus, pois, devem não somente ter cuidado com seu falar e com sua atitude; mais ainda, devem ter cuidado com o pensamento e intenção de seus corações. Muitas vezes nossa expressão externa não necessariamente revela o estado interior. Na maioria das vezes é nosso sentimento interior que trai o verdadeiro estado de nosso coração. Quão fútil é simplesmente guardar os nossos lábios. Se nosso coração não estiver certo, mais cedo ou mais tarde, será expresso abertamente — e, muitas vezes, quan­do menos esperamos. Um exemplo disto seria as palavras ociosas que proferimos a respeito dos outros. Quanto mais nosso coração se estender para Deus e quanto mais puro ele for, tanto menos serão as palavras ociosas proferidas por nós. Todas as vezes que fuxicamos ou murmura­mos contra alguém traímos alguma irregularida­de em nosso coração. Se o coração da pessoa fosse devotado totalmente para Deus ela não diria palavras ociosas contra os outros.

Um irmão disse certa vez: "Se um irmãozinho peca contra mim a esse posso perdoar; mas se um irmão grande peca contra mim, a esse não posso perdoar." Outro irmão que o ouviu dizer isto olhou para o peito deste irmão e sacudiu a cabeça várias vezes. O que ele queria dizer com este gesto era: "Seu coração! Seu coração! Ao perdoar um irmãozinho mas não perdoar um irmão grande, você expõe o que lhe vai no coração. O fato de um irmãozinho pecar contra você e ser perdoado não mostra de modo ne­nhum o verdadeiro estado do seu coração; mas ao recusar-se a perdoar um irmão grande que peca contra você, isso realmente revela o que lhe vai no coração." Por meio deste incidente o coração não perdoador daquele irmão foi revela­do. Que possamos ver que algo pequeno pode não ser queimado por um único palito de fósforo mas será totalmente consumido numa fornalha de fogo. Isto mostra que tal coisa pode ser queimada. Usando a ilustração, um irmãozinho não podia testar o coração daquele irmão, mas um irmão grande foi usado para expor o seu verdadeiro estado interior.

Se nosso coração estiver correto, não seremos sacudidos por ninguém, pois olhamos somente para Deus. Davi provou ser um homem segundo o coração de Deus porque onde quer que o Senhor o colocava, seu coração se conservava em relacionamento direto com Deus e não com os homens. Davi aceitava tudo das mãos de Deus e tentava ver as coisas da perspectiva dele. Permita-me repetir, Deus usa as circunstâncias a fim de revelar nosso coração. Que possamos, portanto, orar: "Ó Senhor, que as palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença."

Watchman Nee (baixado do blog: Exaltando o Senhor)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sem o operar da cruz, não existe edificação do Corpo de Cristo.

http://www.4shared.com/dir/4734992/d883245/sharing.html
Essa mensagem mostrará pontos práticos de como deixar a cruz moldar seu viver para o Senhor. Incentivo vc a ouvi-la.

sábado, 6 de novembro de 2010

Christian Chen - Um estudo completo sobre o Evangelho de Mateus

http://www.4shared.com/dir/4734992/d883245/sharing.html
Ministrado recentemente, abordando temas atuais. É um estudo com muitas mensagens, mas muito rico e desfrutável. Vale a pena baixar no pc e ir ouvindo aos poucos. (lembrando que o 4shared pode não abrir no navegador Chrome) Procure no site de mensagens, a pasta amarela com o nome: C.Chen - Estudando Mateus - 2010. Clique nela e vc verá todas as mensagens. Alguns problemas de áudio no início da primeira mensagem. O restante está ótimo.

Baixado gratuitamente do Site da Maturidade.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Nossa realidade hoje...

EIS QUE AS TREVAS COBRIRÃO A TERRA


A luta hoje parece se tornar mais pesada dia a dia, como se o único alvo dos ataques de Satanás fosse nós, os crentes. Por isso, na era atual, o problema que existe é se você e eu podemos perseverar até a última meia hora. "[Satanás] Magoará os santos do Altíssimo" (Dn 7.25). Magoar tem aí o sentido de "desgastar", consumir devagar. É muito mais difícil reconhecer Satanás como aquele que desgasta os santos do que um Satanás que ruge como um leão. E a sua obra de consumir lentamente os santos já começou.

 

Sempre que vou à Montanha Kuling, caminho ao longo da correnteza que há ali. Freqüentemente vejo rochas enormes, mas que são côncavas no meio como bacias de tomar banho. Isto acontece por causa das muitas pedrinhas que diariamente as desgastam. Do mesmo modo Satanás trata os filhos de Deus. Em lugar de matá-los de um só golpe, tenta desgastar os santos, dia a dia, de modo que sem que percebam acabam gravemente feridos depois de algum tempo.

 

Os olhos do Senhor estão sobre nós, portanto não temamos o sofrimento. Se acontecer de nós nos desviarmos com medo do sofrimento, todos os nossos sofrimentos do passado terão sido em vão.

 

Quando lemos 2 Tessalonicenses 2:3 e 2 Timóteo 3:1-13, ficamos sabendo que antes do dia da volta do Senhor haverá apostasia e dias perigosos quando a maldade e a mentira aumentarão grandemente. Tal apostasia aponta para igrejas renomadas que se inclinam para a chamada Alta Crítica (na verdade não passa de incredulidade), e negam as obras sobrenaturais de Deus, tais como a regeneração, a santidade, orações atendidas e a revelação do Espírito Santo.

 

Antes da vinda do Senhor, haverá muita fraude e muito erro e, se fosse possível, até os escolhidos seriam enganados. A "forma da piedade" será aumentada. A fé será diminuída por causa de credos falsos, engendrados por Satanás, e também o amor pelo mundo e a negação da palavra de Deus.

Um irmão disse bem: tais obras satânicas produzirão um efeito intangível que nos envolverão como o ar. Haverá uma forma de piedade exterior, mas por dentro estará cheia de maus espíritos. Esses espíritos malignos farão o máximo para desviar e oprimir os filhos de Deus. Atacarão nosso corpo, diminuirão nossa vontade e embrutecerão nossa mente. Toda espécie de sensações e provações estranhas nos sobrevirão, fazendo-nos perder o desejo de buscar a Deus e a força de fazê-lo, cansando nosso espírito, embotando nossa mente e tornando-a entorpecida e, ao mesmo tempo, fazendo-nos estranhamente amar os prazeres e costumes do mundo como também cobiçar as coisas proibidas por Deus.

Perderemos a liberdade e o poder de pregar não poderemos nos concentrar para ouvir as mensagens e seremos incapazes de nos ajoelhar para orar dedicadamente por algum período mais longo. Tais trevas e tal atmosfera deverão ser enfrentadas com resolução. Sem dúvida Satanás procura obscurecer nossa mente e vontade com uma espécie de poder inconcebível para que se torne extremamente difícil andar com Deus e muito fácil viver de acordo com a carne. Acharemos que é difícil servir a Deus fielmente e orar com perseverança, como se tudo dentro de nós se levantasse para impedir-nos de seguir o Senhor Jesus até o fim e fazer-nos concordar com o mundo.

 

A atmosfera à nossa volta nos obrigará a trair a Deus e a desistir de nossas sinceras orações. Embotará nossa sensibilidade espiritual para que não vejamos as realidades celestiais ou a gloriosa presença do Senhor. Assim facilmente negligenciaremos a comunhão com Deus e descobriremos que é difícil manter comunhão com ele.

 

Já estamos sentindo o começo destas influências. A concupiscência do mundo tece sua rede extensa de muitas maneiras à volta dos crentes. Torna-se cada vez mais apertada e mais forte com o passar do tempo. Muitas coisas que nas gerações passadas eram inimagináveis agora estão sendo praticadas sem restrição. Muitos lugares de adoração não só resistem à entrada de coisas espirituais, bloqueando reavivamentos, mas também introduzem toda espécie de festejos e coisas duvidosas.

 

Falando de um modo geral, em todo o mundo, a diminuição da fé e o desenvolvimento da apostasia são evidentes. Naturalmente, reconhecemos que ainda há muitos lugares abençoados por Deus. Mas examinando a situação da igreja no mundo inteiro como um todo, não deixa de apresentar um quadro digno de dó.

 

Tendo visto estas coisas, não podemos deixar de gritar à igreja de Deus que se levante, que desperte, que retorne à comunhão com Deus e que agrade ao Senhor no tempo que ainda resta. Estejamos preparados para comparecer diante do tribunal de Cristo.

 

 

Fonte: Watchman Nee


Copiado do site: 

sábado, 30 de outubro de 2010

ELEIÇÕES GOVERNAMENTAIS


 

 

"Beijai o Filho...".

Salmo 2.12.

 

De tempo em tempo, somos obrigados a eleger os governantes para as nossas cidades e país. A democracia é anunciada ao povo como uma coisa bendita, mas no reino de Deus não há democracia, mas teocracia. A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o próprio povo. A teocracia é o governo de Deus sobre tudo e sobre todos: "Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor: Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. ...Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?" Daniel 4.24-25 e 34-35.

A democracia é um levante contra a soberania de Deus, contra o reinado de Cristo. A democracia é uma amotinação contra o seu governo que já está estabelecido nos céus: "Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles. Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará. Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião" Salmos 2.1-6.

O nosso Deus nunca desejou que os homens tivessem governantes, mas que eles estivessem sujeitos ao seu próprio governo. Deus a princípio deu a todos os homens que governassem sobre a terra, e estivessem debaixo do Seu governo: "E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra" Gênesis 1.28. Mas o homem pecou contra Deus e começou a rebeldia. Depois Deus separou um povo para reinar sobre eles, mas eles também se rebelaram pedindo um rei: "E disseram-lhe: Eis que já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora um rei sobre nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as nações" I Samuel 8.5.

Deus se entristeceu com o primeiro homem e agora com o povo que Ele escolheu para reinar sobre eles. O que aconteceu aos olhos de Deus foi um levante contra o Seu governo, desejaram uma democracia: "Porém esta palavra pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos julgue. E Samuel orou ao Senhor. E disse o Senhor a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado, para eu não reinar sobre eles" I Samuel 8.6-8. Os homens escolheriam, mas as consequências viriam (I Samuel 8.11-18).

É necessário que estejamos nas eleições, que estejamos presentes nessa amotinação do povo contra Deus, senão sofreremos as sanções da lei dos homens, mas como fizeram Sadraque, Mesaque e Abdinego com a estátua de ouro que Nabucodonozor tinha feito (Daniel 3), podemos não participar, podemos nos eximir desse levante; podemos colocar a cédula em branco para que Deus escreva o nome daquele que ele vai escolher para governar sobre os homens.

Deus é quem irá estabelecer o governante que ele quiser, segundo a sua soberana vontade: "Falou Daniel, dizendo: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força; e ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos. Esta sentença é por decreto dos vigias, e esta ordem por mandado dos santos, a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, e até ao mais humilde dos homens constitui sobre ele" Daniel 2.20-21 e 4.17.

Os governantes são estabelecidos por Deus. Mas alguém pode dizer: - Mas como Deus pode eleger alguém tão ruim? Por causa do levante contra a Sua soberania, Ele dá esse tipo de homens para governar para castigo dos malfeitores. Mas para os que fazem o bem, eles não devem ser motivos de temor: "Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus" I Pedro 2.13-16.

A atitude santa de todo cristão, não é se unir aos pecadores nessa amotinação contra Deus, mas estar sujeitos às autoridades estabelecidas por Ele: "Toda a alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela. Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal. Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência"Romanos 13.1-5.

Somos estrangeiros e peregrinos nesta terra; o nosso reino não é deste mundo e muito menos temos reis aqui. O nosso Rei já está eleito por Deus, mas enquanto estivermos neste mundo, temos que estar sujeitos às autoridades deste mundo. O que Deus nos ensina não é participar dessa amotinação, mas orar por elas. A nossa participação é em oração: "Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade" I Timóteo 2.1-4.

O que os homens precisam não é de democracia, mas honrar o Rei dos reis; reconhecer que Jesus é aquele que Deus estabeleceu para reinar eternamente, e servi-lo com temor: "Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor, e alegrai-vos com tremor. Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira; bem-aventurados todos aqueles que nele confiam" Salmos 2.10-12.

Como Jesus nos ensinou, a nossa oração deve ser: "Venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade assim na terra como nos céus". Vem Senhor Jesus. Amém. (via email...)