sábado, 5 de janeiro de 2008

O MOTIVO DO INSUCESSO DOS QUE PREGAM A CRUZ

"Os que não estão crucificados não podem ser e não são dignos de pregar a mensagem da cruz. A cruz que pregamos deveria crucificar-nos primeiro. A mensagem que pregamos deveria queimar em nossa vida primeiro de maneira que a nossa vida e a nossa mensagem possam estar mescladas. Desse modo a nossa vida tornar-se-á nossa mensagem viva. A cruz que pregamos não deve ser meramente uma mensagem. Deveríamos diariamente experimentar de fato a cruz em nossa vida. O que pregamos não deveria ser somente uma mensagem, e sim, a vida que temos diariamente. Ao pregarmos, dispensamos essa vida a outros. O Senhor Jesus disse que a Sua carne é comida e Seu sangue é bebida. Partilharmos da cruz do Senhor pela fé é como comer a Sua carne e beber o Seu sangue. Entretanto, comer e beber não são apenas palavras vazias. Após comermos e bebermos, digerimos o que comemos e bebemos a fim de que possa tornar-se parte de nós – tornar-se nossa vida. Nossa falta reside no fato de que muitas vezes estudamos a Palavra de Deus filiados em nossa própria sabedoria e preparamos nossos apontamentos com nossas próprias considerações. Frequentemente tomamos o conhecimento ganho de livros e doutrinas que ouvimos de nossos mestres e amigos e fazemos deles nossos sermões. Embora tenhamos tantos bons pensamentos e idéias, e embora os ouvintes nos ouçam com muita atenção e interesse, todo o trabalho termina ali mesmo. Não podemos dispensar a vida de Deus a outros. Apesar de pregarmos a palavra da cruz a outrem. Podemos apenas dar pensamentos e idéias às pessoas. Entretanto, o que falta às pessoas não são bons pensamentos, mas vida".

 

5 comentários:

  1. Realmente Amados! Há algo em comum entre nossas mensagens. Que Deus dirija sempre nossas vidas e venhamos viver o Evangelho do Reino de Deus e lutar pela sua pureza, nestes dias finais de muito engano e apostasia! Que Deus nos abençoe e nos guarde até o dia em que virá buscar aqueles que são Seu! Em Cristo, Pr. Orlando

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  2. Ah, eu bem que achei familiar. Hehehe. Já li esse livro, muito bom!

    Beijo.

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